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Satisfação do começo ao fim

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Bailes, formaturas, casamentos, aniversários, feiras, exposições. Esses são apenas alguns exemplos que mostram como o segmento de festas e eventos movimenta uma grandiosa estrutura. São profissionais de diversas áreas que se unem para levar alegria e satisfação para outras pessoas.

Para manter o cliente sempre satisfeito é preciso que o dono do negócio esteja atento as diversas etapas que envolvem um evento. Aqui, você saberá sobre legislação, planejamento do investimento e estruturação do negócio, manuais que orientam nas etapas do processo e dicas sobre ter sucesso no negócio.
Brasileira fatura organizando festas de divórcio
Nem todo amor nem todo casamento duram para sempre, o que não significa que o divórcio não pode ser tão divertido quanto a própria união do casal. Depois de sua própria separação, em 2009, a empresária Meg Sousa descobriu, em uma busca pela internet, que casais, em outros países, celebravam o fim do casamento com grandes festanças.

Em 2009, ela conseguiu seu primeiro cliente, um empresário que produziu uma festa de divórcio no valor de R$ 23 mil. Depois disso, mais pessoas apareciam interessadas em realizar o mesmo tipo de evento. Em 2010, a empresária se juntou a uma assessoria de casamento e produz agora de duas a três festas de divórcio por mês.
Setor de festas cresce com cenário interno favorável
De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos, pequenos e médios empreendimentos representam 90% do setor de festas e decorações. Segundo estimativas, o setor  deverá movimentar cerca de R$ 14 bilhões em 2012. 

A agência Cíntia Quinália, criada em 2008, em São Paulo, é um exemplo de micro ou pequena empresa que está se beneficiando com a boa fase do setor. As duas sócias proprietárias esperam manter um crescimento médio de 10% ao ano, devido o cenário econômico favorável e a chegada dos eventos internacionais. Para abrir o negócio elas fizeram um investimento inicial de R$ 20 mil e tiveram um prazo de retorno de cerca de um ano. O faturamento médio de uma pequena empresa de eventos gira em torno de R$ 15 mil.

Fonte: Pequenas Empresas, Grandes Negócios e Panorama Brasil

 

Festas infantis em alta
O setor de festas infantis no Brasil tem um crescimento de aproximadamente 30% ao ano, de acordo com levantamento do Sebrae. O setor, que anualmente movimenta, em média, R$ 300 milhões, já enfrenta problemas de saturação de empresas do ramo. 

Segundo especialistas na área, para se destacar no mercado é preciso investir não somente na infraestrutura mas, principalmente, no serviço. Entre as dicas está o investimento em brinquedos diferentes, para fugir do rótulo de que todos os bufês infantis são iguais. 

 

Legislação do setor
A atividade de eventos é regulada pela mesma lei que dispõe sobre a Política Nacional de Turismo, lei 11.771/08. De acordo com o documento, somente as instituições denominadas "organizadoras de eventos" podem exercer essa atividade. Além disso, o texto reconhece e considera o setor de eventos como uma atividade econômica.

Acesse a íntegra da Lei Geral do Turismo.
O mercado de festas infantis
As festas infantis hoje estão sofisticadas e se tornaram um verdadeiro parque de diversões. O mercado movimenta milhões de reais por ano e emprega milhares de pessoas.  
Como montar uma produtora de eventos
O Sebrae/RJ elaborou a cartilha Primeiro passo - Produtora de eventos que oferece uma série de informações para quem planeja abrir uma empresa nesse segmento. O documento tem como objetivo colaborar no planejamento do investimento, oferecendo informações sobre atividades empresariais.