GESTÃO DE PESSOAS

Funcionários motivados podem ser decisivos para alcançar resultados

Pequenas organizações podem se pautar por valores como felicidade. Veja como a Galunion melhorou os negócios ao dar mais liberdade para os colaboradores.

Você, com certeza, já ouviu aquele velho ditado “funcionário feliz produz mais”. Grandes empresas, como o Google e o Facebook, que acreditam nessa ideia e disponibilizam áreas para que os funcionários relaxem e passem o tempo livre da melhor maneira possível.

Esses gigantes provam que o cuidado com os colaboradores pode fazer toda a diferença dentro da empresa. Mas, diferentemente do que você pode estar pensando, não são só grandes organizações que podem aderir a esse modelo.

Um exemplo disso é a Galunion, uma consultoria de foodservice que tem as ações pautadas na liberdade e na crença de que o trabalho deve ser algo prazeroso e que faça sentido para os funcionários. A empresa foi idealizada por Simone Galante, em 2009, que, ao sair de uma reunião, percebeu que tinha conhecimentos para gerar impactos positivos nos clientes.

Desde a primeira consultoria, ela tinha um ideal claro: a liberdade anda de mãos dadas com a felicidade, os funcionários têm que estar bem para produzir bem.

Foi pensando nisso que a Galunion desenvolveu as suas políticas e valores, como gratidão, generosidade e, é claro, felicidade. Essa cultura já estava tão presente em cada integrante da equipe que as definições se materializaram quase que instantaneamente.

Uma das práticas que podem representar esse comprometimento com o trabalho é a possibilidade que os funcionários têm de trabalhar de casa nos dias do rodízio de seus carros, desde que consigam alcançar as metas. E eles produzem!

Além disso, outro forte ideal da empresa é o de que trabalho e vida pessoal devem caminhar lado a lado, e, para que isso seja possível, os funcionários podem realizar ligações pessoais no escritório, como aquelas para marcar consultas médicas ou montar a lista do mercado. 

Seguindo essa linha de pensamento, a organização desenvolveu uma série de políticas especialmente para a fase de gestação e maternidade. Assim, o período pode ser aproveitado ao máximo pelos pais sem que isso interfira na vida profissional.

Tirando isso do papel, os funcionários têm a possibilidade de trabalhar meio período, além de sair para almoçar com os filhos ou até mesmo buscá-los na escola, no horário da tarde. Em outras palavras, a empresa deixou de lado a tendência do mercado mais conservador que vê a maternidade como algo ruim, como se fosse algo que trouxesse atrasos para a organização.

E o resultado disso tudo? As pessoas começaram a, literalmente, bater na porta da Galunion para pedir uma vaga, de tão enraizada que essa cultura passou a ser, pois elas sabem, mesmo sem terem trabalhado lá, que as suas necessidades seriam respeitadas.

Mesmo sem saber, a empresa integrou uma prática que foi considerada tendência de 2016: criar uma cultura interna da qual o funcionário se orgulhe tanto que a vontade dele é de estampá-la em um outdoor. Parece que a Galunion fez a lição de casa tão bem que nem foi necessário um outdoor para colher os resultados.

E as práticas para que o ambiente de trabalho seja o melhor possível não param por ai. A empresa tem, em seu escritório, um "jarro da gratidão". Durante o ano, todos os funcionários vão escrevendo momentos pelos quais são gratos e, na festa de final de ano, todas essas memórias são relembradas.

Mas você deve estar se perguntando: e as pessoas que desejam se aproveitar de todas essas vantagens? Pois é, essa cultura de liberdade e comprometimento com o trabalho é tão forte que os próprios funcionários avisam quando alguém está passando dos limites, em um tom de amizade e colaboração.

Os resultados de tudo isso? A empresa está crescendo consistentemente cerca de 30% a 40% ao ano, com um time consolidado e uma cultura interna forte e que está rendendo ótimos frutos.

Conteúdo desenvolvido em parceira com a Endeavor Brasil

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