APRESENTAÇÃO DE PRODUTO

Indicação da farinha Uarini como valorização do mercado regional

A recente concessão de Indicação Geográfica da farinha Uarini pode ser oportunidade para crescimento da região em vendas e valorização do mercado

Farinha Uarini

Indicação Geográfica da farinha Uarini como valorização do mercado regional

A recente concessão de Indicação Geográfica da farinha Uarini pode ser oportunidade para crescimento da região em vendas e valorização do mercado

 A Indicação Geográfica (IG) identifica um produto que se torna conhecido por uma qualidade ou característica procedente da própria origem geográfica. Essa proteção, por sua vez preserva a cultura local, diferencia o produto ou serviço e promove o desenvolvimento regional, surtindo efeitos em produtores, prestadores de serviço e consumidores.

 A Indicação Geográfica funciona em forma de selo, conferido pelo governo Brasileiro, via INPI. Nesta terça-feira (27/08), a concessão de registro da farinha de mandioca do Uarini foi publicada, compreendendo o município de Alvarãees, Tefé, Maraã e Uarini. A singularidade do produto, isto é, como é conhecido entre os consumidores, se sustenta na forma granulométrica arredondada e de cor amarelada, característica da região.

 Clique aqui e saiba como fazer o registro de uma Indicação Geográfica.

 “Há uma série de regras que precisam ser cumpridas, como organização, controle, qualidade e origem”, conta José Antônio Fonseca, atuante do escritório regional do Sebrae em Tefé. “No Brasil, atualmente há cerca de setenta indicações geográficas conhecidas, entre elas o Queijo da Serra da Canastra, Farinha de Mandioca de Cruzeiro do Sul e Doces de Pelotas”, acrescenta.

 “Por meio do Selo, é possível agregar valor ao produto e acessar novos mercados”, diz Fonseca, citando em seguida o apoio de instituições como o Sebrae, Ministério da Agricultura, CONAB, Instituto Mamirauá, entre outras. Com a proteção, também se pode contabilizar o crescimento das vendas e demanda, enxergando o movimento do mercado e confirmando que a IG é uma alternativa para o desenvolvimento territorial e crescimento do comércio local.

 “Atualmente, com o apoio do Sebrae e outras instituições, há dois produtos com Selo no Amazonas: guaraná de Maués e peixes ornamentais do Alto Rio Negro”, conta o entrevistado, citando mais dois processos em andamento: o abacaxi da região de Novo Remanso e o pirarucu manejado de Mamirauá. 

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