EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA

Empresas juniores e o empreendedorismo universitário

Conheça as empresas juniores, como funcionam e as oportunidades que oferecem a jovens ainda em seus anos de formação superior.

As empresas juniores (ou EJs) são empresas formadas por estudantes, para estudantes. Seu propósito é inserir o graduando diretamente no mercado de trabalho relevante à sua área, ao mesmo tempo que o acostuma a um ambiente de cunho empresarial, focado em estratégias, planejamentos e meticulosa execução. Mas como funciona, exatamente?

Não muito diferente da atuação mercadológica de empresas comuns, as empresas juniores existem, entretanto, como um atalho de estudantes ao mercado de trabalho, em diferentes cursos de universidades pelo país. Por este motivo, é necessário que suas gestões sejam altamente rotativas a fim de oferecer esta oportunidade ao maior número de alunos possível, comumente tendo duração de um período universitário (seis meses) para novos integrantes e um ano para membros de diretorias. Por essa natureza, EJs possuem uma necessidade imediata ainda maior de uma metodologia bem definida e processos propriamente documentados que empresas seniores, visto que as constantes substituições de um membro experiente por um novato em um cargo específico seria o mesmo que reiniciar o processo de aprendizagem.

Mas, se uma empresa júnior é composta totalmente por estudantes sem prévia experiência de mercado, como há uma garantia de que seus serviços sejam prestados de maneira correta? Bem, é necessário que haja um orientador por trás do projeto. Um professor do curso de onde se origina a empresa ou seu coordenador, por exemplo, serão o filtro de qualidade de resultados e capacidade dos integrantes da empresa. Sem seu aval, nada vai pra frente. Não apenas isso, mas em gestões subsequentes, há a formação de um Conselho composto por prévios membros da empresa, cuja função é a de supervisionar e guiar os atuais integrantes em quaisquer processos e obstáculos que venham a enfrentar durante sua gestão e garantir bons resultados.

Há também a formação de federações estaduais que regulam e acompanham o andamento das empresas juniores de suas respectivas regiões. Formadas por ex-membros de empresas juniores, as federações têm a função de capacitar iniciativas empreendedoras dentro de universidades, efetivamente tornando-as EJs e oferecer suporte às que já estão em funcionamento. É um sistema que depende do compromisso com o bom trabalho, visto que todas as funções envolvidas nestas ocupações são de natureza não-remunerada.

Tudo isso é supervisionado pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores, instância que busca impulsionar a vivência empresarial nas EJs e as legitima perante grandes negócios país afora. Cultivando o que é denominado de Movimento Empresa Júnior (MEJ), a Confederação busca a integração de experiências de empresários juniores de todo o Brasil, compartilhando cases e resultados notáveis em eventos de nível nacional.

Tudo isso contribui para um intenso fomento do empreendedorismo no ambiente universitário, proporcionando cada vez mais a experiência de mercado necessária para se empreender com sucesso e inspirando incontáveis jovens brasileiros a, futuramente, abrir seu próprio negócio e utilizar este conhecimento prévio para explorar infinitas possibilidades.

Quer conhecer mais acerca das EJs e sua Confederação? Acesse seu portal e fique por dentro desta tendência empreendedora.

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