Quem Somos

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - Sebrae, é uma entidade associativa de direito privado, sem fins lucrativos. A instituição tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento sustentável, a competitividade e o aperfeiçoamento técnico das microempresas e das empresas de pequeno porte, industriais, comerciais, agrícolas e de serviços. 

No Tocantins, teve início em junho de 1989, como Centro de Apoio Gerencial - CEAG, com funcionamento na cidade de Miracema do Tocantins, sede provisória do estado. Em 1990, em reunião do Conselho Deliberativo Estadual, foi aprovada a mudança de CEAG para Sebrae. No mesmo ano, a instituição muda-se para Palmas, a nova Capital, passando a funcionar no prédio da Secretaria de Estado de Indústria e Comércio. 

Em 1994, muda-se para sua sede própria, dando continuidade aos trabalhos de desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas, contribuindo para o desenvolvimento econômico do mais novo estado da Federação. 

Para ampliar sua atuação, o Sebrae no Tocantins dividiu geograficamente o Estado em quatro regiões estratégicas, onde estão instaladas além da sede, nove unidades operacionais de atendimento, nas seguintes cidades: Araguatins, Araguaína, Colinas, Guaraí, Paraíso, Palmas, Porto Nacional, Gurupi, Dianópolis, além de um posto de atendimento em Araguaçu. Possui uma estrutura operacional composta pelos seguintes órgãos: Conselho Deliberativo Estadual, Conselho Fiscal e Diretoria Executiva.

Diretoria
  • Quem Somos
  • História

 



Presidente do Conselho Deliberativo Estadual 
Pedro José Ferreira

Pedro Ferreira é graduado em Administração e Direito. É empresário do ramo de movelaria e atuante em conselhos e fóruns do segmento empresarial. Já foi presidente da Associação Comercial de Paraíso (Acip), presidente da Faciet por três mandatos, também atuou como presidente nos anos de 2005 a 2006 e vice-presidente de 2011 a 2014 do Conselho Deliberativo do Sebrae Tocantins. Foi subsecretário da Indústria e Comércio do Tocantins nos anos de 2012 a 2013.

 

 

Diretor Superintendente
Omar Antonio Hennemann 

Omar Hennemann é graduado em Administração de Empresas, com mestrado em Inteligência Competitiva pela Universidade de Marselha – França. Foi executivo do Banco Brasil onde trabalhou por 17 anos, tendo sido inclusive superintendente estadual. Hennemann atuou como secretário Estadual de Planejamento, secretário Estadual de Indústria e Comércio e secretário Estadual das Oportunidades. Foi diretor técnico e superintendente do Sebrae Tocantins nos anos de 1991 e 1992, respectivamente. Atuou como secretário executivo do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Nacional (Senar) e presidente da Agência de Desenvolvimento Turístico (Adtur). Atua nos últimos 15 anos como consultor e conferencista Estratégico Motivacional.

 

Diretor-Técnico
Higino Júlia Piti

Brasileiro naturalizado, reside no Brasil há 36 anos e está em Palmas desde 1990. É administrador público e mestre em economia, professor universitário com experiência na Universidade Federal do Tocantins – UFT, onde é coordenador do curso de Ciências Econômicas desde 2008, Fundação Universidade do Tocantins - Unitins e Universidade de Fortaleza – Unifor. Foi funcionário do Sebrae Tocantins por 17 anos, desenvolvendo diversos estudos e pesquisas em prol do desenvolvimento dos pequenos negócios. Atualmente é membro suplente da UFT no Conselho Deliberativo do Sebrae Tocantins.

 

Diretor de Administração e Finanças
Jarbas Luis Meurer (Jarbas Meurer)

O diretor de administração e finanças do Sebrae Tocantins é administrador com MBA em Estratégias de Gestão – Gestão Empresarial. O diretor é empresário há quinze anos no segmento de materiais de construção. Foi diretor social da Câmara dos Dirigentes Lojistas - CDL de Palmas, presidente da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Estado do Tocantins - Acomac, presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas - Acipa, presidente da Associação Hípica do Estado do Tocantins, vogal titular da Junta Comercial do Estado do Tocantins - Jucetins, membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Tocantins. Foi presidente da Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado do Tocantins – Faciet e diretor de administração e finanças do Sebrae-TO para o quadriênio 2011/2014.

História
  • Diretoria

Apesar de todas as mudanças de nomes e de organização que fizeram parte da história da instituição, o sistema Sebrae manteve-se firme ao propósito de auxiliar micro e pequenas empresas de todo o país e fomentar seu desenvolvimento.

“A ideia de apoiar as micro e pequenas empresas surgiu há mais de quatro décadas”

O Sebrae existe como instituição desde 1972, mas sua história começa quase uma década antes. Em 1964, o então Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE), atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), criou o Programa de Financiamento à Pequena e Média Empresa (Fipeme) e o Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico (Funtec), atual Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O Fipeme e o Funtec formavam o Departamento de Operações Especiais do BNDE, no qual foi montado um sistema de apoio gerencial às micro e pequenas empresas. Em uma pesquisa, foi identificado que a má gestão dos negócios estava diretamente relacionada com os altos índices de inadimplência nos contratos de financiamento celebrados com o banco.

Em 1967, a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) instituiu, nos estados da região, os núcleos de assistência industrial (NAI) com o objetivo de prestar consultoria gerencial às empresas de pequeno porte. Os NAI foram embriões do trabalho que futuramente seria realizado pelo Sebrae.

 

Sebrae com C

Em 17 de julho de 1972, por iniciativa do BNDE e do Ministério do Planejamento, foi criado o Centro Brasileiro de Assistência Gerencial à Pequena Empresa (Cebrae). O Conselho Deliberativo do Cebrae com “C” contava com a Finep, a Associação dos Bancos de Desenvolvimento (ABDE) e o próprio BNDE. O início dos trabalhos se deu com o credenciamento de entidades parceiras nos estados, como o Ibacesc (SC), o Cedin (BA), o Ideg (RJ), o Ideies (ES), o CDNL (RJ) e o CEAG (MG).

Dois anos depois, em 1974, o Cebrae já contava com 230 colaboradores, dos quais apenas sete no núcleo central, e estava presente em 19 estados.

Em 1977, a instituição atuava com programas específicos para as pequenas e médias empresas. Em 1979, havia formado 1 mil e 200 consultores especializados em micro, pequenas e médias empresas. No final dos anos 70, programas como Promicro, Pronagro e Propec levaram aos empresários o atendimento de que necessitavam nas áreas de tecnologia, crédito e mercado. A partir de 1982, o Cebrae passou a ter também uma atuação política. Nessa época, surgem as associações de empresários com força junto ao governo e as micro e pequenas empresas passam a reivindicar mais atenção governamental.

O Cebrae serve como canal entre as empresas e os demais órgãos públicos no encaminhamento das questões ligadas ao setor.

É também deste ano que ocorre a criação dos programas de desenvolvimento regional. Investiu-se muito em pesquisa para elaboração de diagnósticos setoriais que fundamentassem a ação nos estados.

Nos governos Sarney e Collor (1985-1990), o Cebrae enfrentou uma série de crises que o enfraqueceu como instituição. Neste período, sua vinculação passou do Ministério do Planejamento para o Ministério da Indústria e Comércio (MDIC). Com grande instabilidade orçamentária, muitos técnicos deixaram a instituição. Em 1990, foram demitidos 110 profissionais, o que correspondia a 40% do seu pessoal.

 

Fortalecimento

Em 9 de outubro de 1990, o Cebrae foi transformado em Sebrae pelo decreto nº 99.570, que complementa a Lei nº 8029, de 12 de abril. A entidade desvinculou-se da administração pública e transformou-se em uma instituição privada, sem fins lucrativos e de utilidade pública, mantida por repasses das maiores empresas do país, proporcionais ao valor de suas folhas de pagamento. De lá para cá, o Sebrae ampliou sua estrutura de atendimento para todos os estados do país, capacitou inúmeras pessoas e ajudou na criação e desenvolvimento de milhares de micro e pequenos negócios por todo o país.