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Finanças | ANÁLISE DE ORÇAMENTO
Análise de índices da construção civil em 2022

Entenda quais fatores estão influenciando o mercado e veja como se adaptar ao cenário atual.

· 21/07/2022 · Atualizado em 04/08/2022
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Até o início deste ano, a indústria da construção civil viveu um bom momento, colhendo os frutos alcançados através do seu desempenho dentro do mercado. Os preços de matérias-primas e produtos estavam em baixa, o que contribuiu para o desenvolvimento do setor.

De acordo com o gerente do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), Augusto Oliveira, o início de 2022 foi marcado pela menor pressão de aumento de preços. Ele destaca que janeiro foi o terceiro mês consecutivo em que a parcela dos materiais exerceu menor pressão na variação mensal. Em novembro do ano passado, houve alta de 1,66%; em dezembro, esse número ficou em 0,76%; e em janeiro, em 0,63%.

Agora, o momento exige cautela

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a construção civil voltou a obter marcas de 50 pontos em dados que analisam seu nível de atividade. Mas, mesmo com índices elevados, que não eram vistos desde 2012, o setor agora se mantém cauteloso. Isso acontece porque a contribuição da construção civil no mercado diminuiu rápida e inesperadamente.

A queda dos investimentos ligados ao setor de tecnologia e ao Repetro (regime aduaneiro especial que facilita a importação de bens destinados à exploração de petróleo) também ajuda a explicar o cenário menos vantajoso para o final do primeiro trimestre de 2022.

A alta de preços das matérias-primas é outro fator que atingiu a indústria de maneira inesperada. Um estudo feito pela CNI indica que esses valores elevados deram margem para alavancar a busca de insumos e materiais nacionais, superando as expectativas de 71% das empresas. Em média, 60% das empresas na indústria extrativa relataram aumento dos valores dos insumos importados. 

Contexto internacional influencia na construção civil

Para a Confederação da Indústria, esses resultados coincidem com o início da guerra entre a Rússia e a Ucrânia. O conflito levou à desestruturação da cadeia de suprimentos, trazendo atrasos e interrupções no fornecimento desses produtos, além de causar um aumento considerável nos preços.

De acordo com a pesquisa, o mau momento nas cadeias de suprimentos gerou uma reconfiguração na produção das indústrias brasileiras, em especial nas que dependem de insumos importados, com reflexos em 54% da indústria da construção. A procura por alternativas que suprissem as necessidades dessa turbulência levou o setor a estudar algumas adaptações.

Qual a melhor alternativa?

Para fugir do cenário que necessitava de uma mudança de estratégia, os agentes do setor recorreram à aquisição de insumos e matérias-primas de fornecedores dentro do Brasil. Isso fez com que a parcela de empresas nacionais que buscam fornecedores fora do país diminuísse, passando a representar 3% dentro da construção civil.

O levantamento mostra que o percentual de empresas da indústria da construção que espera normalização apenas em 2023 é de 25% a 36% ao considerar produtos nacionais e de 31% a 45% para importados.


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