INICIATIVA SUSTENTÁVEL

Biotecnologia florestal

A preservação e o correto manejo do meio ambiente, além de ser sustentável trazem boas vantagens econômicas.

A indústria de celulose, papel e chapas de fibra utiliza plantações compostas sobretudo por espécies exóticas, normalmente híbridos e clones de eucalipto e pinheiro. Tais plantações substituem as espécies nativas também no uso da madeira para movelaria e construção civil.

Essas espécies vêm sendo, ao longo do tempo, selecionadas pelos programas de melhoramento florestal para a obtenção de árvores mais produtivas, com características adaptadas às diversas regiões do país, e com resistência a pragas, doenças, seca e inundação.

Porém, os programas de melhoramento genético de espécies florestais são dificultados pelo ciclo de vida longo das espécies, pelo porte das árvores e pela complexidade de análise dos descendentes após os cruzamentos e retrocruzamentos, e consequentemente, pelos altos custos dessa atividade.

A transformação genética de espécies florestais é uma ferramenta que pode auxiliar na resolução dos problemas que dificultam os programas de melhoramento.

Atualmente, existem mais de 260 testes em campo com árvores geneticamente modificadas (GMs) em 17 países, incluindo árvores frutíferas. A maioria dos testes está sendo realizada com o álamo (Populus spp.), o pinheiro, a nogueira (Junglans spp.) e o eucalipto.


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