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Tue May 19 15:53:41 GMT-03:00 2020
Inovação
Conheça os avanços na produção de suínos
Mudanças na cadeia produtiva e seleção genética dos melhores animais garantem crescimento no consumo de carne suína.
  • Qualidade do produto
  • Exportação
  • Pesquisas

A produção de carne suína brasileira cresceu 134,7% entre 1995 e 2012. A expectativa é de que até 2019 a produção cresça 4,9%. O que manterá o país na posição de quarto maior produtor e exportador do produto. Esses índices são animadores para quem deseja empreender na suinocultura.

Com média anual de 15,5 quilos consumidos por pessoa, a carne suína é a mais consumida em todo o mundo. Por algum tempo no Brasil, houve certo preconceito em torno desse tipo de carne, mas novas práticas de manejo possibilitaram que mitos fossem desfeitos.

Qualidade do produto

As condições de higiene na criação dos animais era um dos principais motivos que preocupavam o consumidor. Mas novas técnicas de produção, aliadas ao rigoroso controle sanitário e à prevenção de doenças, garantiram a qualidade do produto.

Gestão do processo produtivo e melhorias nos sistemas de transporte e armazenamento também contribuíram para maior acolhida da carne suína nas mesas brasileiras.

É preciso garantir o bem-estar dos animais em todos os processos: da reprodução até o abate. Questão que tem ganhado cada vez mais relevância com as discussões sobre a produção racional de alimentos.

O criador deve estar atento às regulamentações que garantam a integridade dos animais. Saiba quais exigências implementadas pela Comissão de Bem-estar Animal do Ministério da Agricultura.

Exportação

Essas mudanças também trouxeram avanços positivos para a exportação do produto. Entre 2000 e 2012, houve crescimento de 330,3% na comercialização da carne suína brasileira no mercado externo.

Esses dados ainda não foram atualizados, mas devido aos avanços implementados nos últimos anos é possível inferir que esse número tenha aumentado. 

Pesquisas

As pesquisas sobre padrões alimentares também ajudaram a desenvolver rações adequadas à manutenção da qualidade esperada da carne. Compostos alimentares à base de arroz foram apresentados como alternativa viável para complementar ou substituir os insumos derivados do milho.

Com isso, também houve maior flexibilidade para o produtor, que pôde encontrar alternativas alimentares para enfrentar períodos de alta de determinado tipo de ração.

Melhorias genéticas e alimentares

Outro fator que contribui de forma direta para os avanços da suinocultura foi a tecnologia genética. Por meio do cruzamento de raças, foi possível desenvolver variedades mais adequadas ao mercado consumidor contemporâneo, que exige uma carne magra e saudável.

Com essas transformações no perfil do produto, houve impacto direto em toda cadeia produtiva da suinocultura, desde o consumo da carne, até sua utilização em subprodutos, como embutidos e frios. Leia também.

Para saber sobre a história da suinocultura, manejo e cuidado dos animais, entre outros, acesse Produção de suínos: teoria e prática. O material foi desenvolvido pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos em parceria com o Sebrae. 

Subprodutos

Além da comercialização da carne e de seus derivados, o criador pode aproveitar os dejetos dos animais como fonte para geração de biogás, que pode ser utilizado como combustível para motores, fornos e até na geração de energia elétrica.

Os dejetos, que são ricos em nitrogênio e em outros nutrientes, podem ser aproveitados também para a produção de biofertilizantes, utilizados na adubação de lavouras. Isso traz ganhos econômicos ao produtor rural, sem comprometer a qualidade do solo e do meio ambiente.  

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