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Fri May 08 15:47:50 GMT-03:00 2020
Cooperação
Pequenos produtores se unem para movimentar o comércio local
Projeto idealizado por empreendedora de Brasília, Cobogó Colabora conta com 20 parceiros, que estão conseguindo vender seus produtos mesmo durante a quarentena.

A crise causada pela disseminação do novo coronavírus pelo Brasil tem feito os micros e pequenos empresários e produtores pensar em um novo formato de trabalho para minimizar os impactos na produção, oferta de serviços e faturamento.

Foi o caso da Mariana Dap, dona do Mercado Cobogó, um café e loja de artigos de decoração, em Brasília. Logo após as medidas de isolamento social decretadas pelo governador, Mariana teve a ideia de reunir um grupo de amigos e conhecidos produtores e comerciantes locais para manter seus estabelecimentos funcionando, mesmo com a situação emergencial.

A ideia surgiu de alguns questionamentos que Mariana tinha: “O que eu posso fazer agora? Do que as pessoas estão precisando?”, relata. Ela, então, começou a pensar em um formato para movimentar o comércio. Com os donos de pequenos negócios, elaborou um cardápio com uma variedade de produtos oferecidos. Sua loja se transformou no centro de comercialização, com o objetivo de gerar renda para que o pequeno produtor pudesse pagar as contas básicas, não demitir funcionários e conseguir sobreviver.

“Ninguém estava com grana pra investir, então fui atrás de colaboradores. Uma designer, para criar o nosso site, além de vários empreendedores, entre os ramos de moda, alimentação e decoração para o lar” conta.

Atualmente, o trabalho da Mariana é de receber os produtos dos colaboradores, armazenar, fazer a venda e a entrega. Como é um trabalho colaborativo, quem define a porcentagem da comissão são os próprios produtores. “Queremos colaborar com a continuidade dessas marcas no mercado e ajudar na manutenção do emprego da equipe durante esse período de incertezas. Mas toda a operação tem custos, por isso negociamos individualmente a porcentagem sobre vendas repassada ao Cobogó, entendendo e respeitando a realidade de produção de cada um”, explica.

Os pedidos são realizados pelo CoboFone, como Mariana chama o WhatsApp da loja. Por meio dele é feito o atendimento exclusivo, além de vídeos, fotos, tudo que for necessário para aproximar os clientes das compras. As pessoas podem buscar os produtos no próprio café ou receber em casa.

Mariana afirmou que hoje consegue pagar as contas básicas e que também consegue negociar com seus fornecedores. Ela ainda não teve tempo de parar para colocar as contas das vendas do WhatsApp em uma planilha, mas vale lembrar que é de extrema importância fazer um balanço geral da movimentação financeira do projeto.

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