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Wed May 12 16:48:13 BRT 2021
Empreendedorismo | ATITUDE EMPREENDEDORA
Maria começou vendendo pão de mel e hoje é dona de uma confeitaria

No Sebrae, ela encontrou o apoio que precisava para se formalizar e se capacitar para dar um passo à frente com o seu negócio, que continua indo bem na pandemia

· 12/05/2021 · Atualizado em 12/05/2021

"Além do suporte técnico, o Sebrae também oferece um lado humano e valoriza sua história. Os consultores ouvem o que você tem a dizer e assim conseguem ajudar melhor cada empreendedor." 

A professora de literatura Maria Aparecida Carvalho já estava com sua carga horária completa de aulas em Laranjeiras do Sul (PR) quando seu filho foi estudar gastronomia em Cascavel (PR). Como as contas aumentaram, ela começou a pensar no que fazer para aumentar sua renda e manter o filho estudando.

A situação começou a mudar em 2016, quando ela ganhou um litro de mel de um amigo. Sem saber o que fazer para aproveitar o ingrediente, buscou uma receita em um caderno antigo e fez um bolo de mel, que levou para seus alunos experimentarem. Eles adoraram e a incentivaram a fazer para vender. Ela seguiu o conselho e logo no início já vendeu bastante.

Animada com o sucesso das vendas, começou a investir: comprou formas, mudou a embalagem e aumentou o preço. 

"Um dia, levei um pão de mel para uma amiga dona de restaurante provar e pedi a opinião profissional. Fui dar aula. Quando voltei, tinha 360 notificações no Facebook. A minha amiga tinha postado e me marcado. Naquele fim de semana, fiz 400 pães de mel, e nunca mais parei."

O passo seguinte foi procurar o Sebrae para formalizar seu negócio e tirar alvarás e licenças na Vigilância Sanitária. Também contou com apoio para fazer o rótulo e tabelas nutricionais de 15 sabores.

"O pão de mel abriu muitas portas, participei de feiras e eventos, e a formalização também abriu muitas portas, porque eu podia emitir nota fiscal."

Em 2019, Maria Aparecida viu que havia uma cafeteria recém-inaugurada na cidade. A dona perguntou se ela queria entrar como sócia, mas Maria recusou. Um mês depois, uma nova proposta: dessa vez a mulher lhe ofereceu o ponto, pois iria fechar as portas.

"Resolvi alugar. Inaugurei em janeiro de 2020 como Maria Bonita Confeitaria, com novo layout, mais aconchegante. Mudei a decoração com objetos de memória afetiva. Como sou professora de literatura, levei poesia. Os clientes eram recepcionados com algum trecho de poema ou sobre a peculiaridade de algum autor."

A empresária diz que continua próxima ao Sebrae e que, além da consultoria, faz todos os cursos que consegue encaixar em sua agenda. Ela destaca as capacitações sobre planejamento, controle de finanças e precificação.

"Têm sido de grande ajuda os cursos atuais para lidar com o novo momento que a gente está passando. Eu sempre falo que empreender é aprender, e eu tenho aprendido muito. Sem o Sebrae, seria impossível."

Com a chegada da pandemia, Maria diz que passou a trabalhar com delivery ou retirada na confeitaria, além de aceitar encomendas de bolos para festas. Ela e o filho, que cuida dos pratos quentes, também promovem duas noites especiais de massas durante a semana.

"A palavra na pandemia é inovação e criatividade. Tem dado certo. Não está como no começo, que era casa cheia todos os dias, mas estamos indo bem."

Agora, a empresária espera a pandemia passar para implementar o Café Literário. A ideia é reunir clientes com palestrantes que falarão sobre literatura. Outra novidade será o bate-papo literário voltado a estudantes, com palestras da empresária e professora sobre obras literárias que vão cair no vestibular.

Instagram: mariabonita_confeitaria

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