this is an h1

this is an h2

Wed Dec 01 16:33:20 BRT 2021
Empreendedorismo | ATITUDE EMPREENDEDORA
Felipe criou sistema de gestão de escolas com clientes em 9 países

Veja como a parceria com o Sebrae desde o início o ajudou no crescimento do negócio

· 08/04/2021 · Atualizado em 01/12/2021

"Minha empresa só chegou aonde está graças ao apoio que eu recebi do Sebrae desde o início."

Aos 18 anos de idade, Felipe Ferreira ainda cursava a faculdade de Sistemas da Informação em Macapá (AP) quando se juntou a dois sócios para abrir sua primeira empresa: a Proesc, um sistema online para a gestão de escolas e cursos. O negócio surgiu para suprir a demanda de um dos sócios, que era professora e precisava organizar manualmente todos os processos pedagógicos, como horários de aula, lançamento de notas e controle de presença.

Desde o início, a empresa contou com o apoio da universidade e do Sebrae, por meio de um programa de incubadoras. Ainda assim, Felipe lembra que esse período inicial não foi nada fácil.

“A gente começou do zero e não tinha recursos. Recebemos uma sala para trabalhar na incubadora, e meu computador era o que eu usava na faculdade. Como saí do emprego que eu tinha para me dedicar exclusivamente à Proesc, durante um tempo um dos meus sócios me deu um valor mensal para eu pagar minhas principais despesas.”

A escola do sócio foi o primeiro cliente. Em seguida, negociaram outras adesões, e assim a clientela foi aumentando. Felipe recorda que o Sebrae foi muito importante para a consolidação da empresa. Apesar de ser uma área muito nova, ele diz que os consultores sempre se esforçavam para estar atualizados e poder ajudar.

"Então aperfeiçoaram o produto e começaram a fazer lives, focando em apresentar as vantagens do sistema. A estratégia deu certo, e ganharam diversos novos clientes."

A parceria com possibilitou que a startup ganhasse captações de recursos tanto da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, quanto do próprio edital do Sebrae de Inovação.

“Nós participamos de algumas mentorias, utilizamos serviços do Sebraetec para reformular a nossa tecnologia e nosso marketing para dar esse boom e escalar o nosso negócio para todo o Brasil.”

Em 2011, a empresa foi contratada para implantar o sistema Proesc em todas as escolas do Amapá. O negócio passou a trabalhar com clientes grandes, tendo um valor mais alto de receita. Mas, após um tempo nesse mercado, os sócios decidiram dar uma guinada.

“Resolvemos focar no mercado privado, com uma receita menor, mas com mais clientes. Foi assim que criamos o projeto que temos hoje, que é o Proesc.com, uma startup voltada para levar tecnologia para o mercado educacional.”

Com a chegada da pandemia, a empresa se preocupou em manter os clientes atuais, entendendo quais eram suas maiores necessidades nesse momento. A maior demanda era um ambiente online para aulas à distância e comunicação entre professores e alunos.

Hoje, a empresa tem 54 funcionários, com clientes em oito países, além do Brasil, com planos de expansão ainda maior. Felipe diz que há bastante interesse de clientes pela plataforma e que grandes empresas estão os procurando para investir no Proesc.com. A meta, segundo o empresário, é tornar o software um campeão de adesões, sendo mais usado em todo o país.

Site: Proesc.com

Facebook: proesc

Instagram: proesc

Twitter: @proesc

Região Norte

Região Nordeste

Região Centro-oeste

Região Sul

Região Sudeste


O conteúdo foi útil pra você? Sim Não
Obrigado!

Foi um prazer te ajudar :)

Precisa de ajuda?

Nós temos especialistas prontos para atender você e o seu negócio de forma online e gratuita.

Acesse agora