this is an h1

this is an h2

Pular para o conteúdo principal
Maria Celina Pessoa –
Viva Celina

Mulher não entende de inovação? Tanto entende que lança marca de roupa sustentável e sem gênero

Formada em moda, durante uma especialização Maria Celina Pessoa percebeu que a indústria da moda é altamente poluidora, sobretudo a chamada fast fashion, que, além de destruir o meio ambiente, muitas vezes emprega pessoas em trabalho análogo à escravidão. Por isso, quando decidiu empreender nesse ramo, ela estava convicta de que queria fazer algo diferente. 

Pesquisando sobre o setor, ela viu que estavam em ascensão as roupas sem gênero e decidiu apostar nelas. Assim, unindo sua preocupação com a preservação ambiental, lançou em João Pessoa (PB) a Viva Celina, sua marca de peças sustentáveis e que podem ser usadas tanto por homens quanto por mulheres.

A internet a favor do negócio

Atenta aos novos tempos, a empresária decidiu que seu negócio funcionaria exclusivamente pela internet, por meio de um e-commerce. Mas o sucesso foi tão grande que logo começaram a surgir muitos convites para feiras e participação em lojas colaborativas.
Segundo ela, quem abriu as portas para esses eventos foi o Sebrae, seu parceiro desde os tempos da faculdade. A parceria entre os dois rendeu muitos frutos e qualificações. “Fiz vários cursos: de oratória, negócios criativos, modelagem. Tive consultoria de criação e assisti a muitas palestras também.”

Empreendedora premiada

Sua dedicação e alta capacidade de inovar e administrar bem sua marca foi reconhecida com o prêmio, em primeiro lugar, na categoria Consumo do projeto Mapeamento Sebrae de Economia do Nordeste, que contou com a participação de empresas de toda a região.

Esse sucesso também resultou em resultados positivos. Nos últimos anos antes da pandemia, de 2018 ao final de 2019, o crescimento de sua marca foi de 50%. Os bons números a incentivam ainda mais a continuar inovando. Até o fim de 2021, ela espera já ter implementado o fechamento do ciclo de seus produtos, isto é, receber dos clientes as roupas da marca que eles não querem mais. As peças poderão integrar uma linha de segunda mão, ser encaminhadas para doação ou, em último caso, para a reciclagem.

Continuar lendo