O Relatório Mensal de Receitas Brutas é um documento que faz o controle das receitas da empresa. Não é exigido que o documento seja entregue a qualquer órgão, mas ele deve ser feito todo mês, devido à fiscalização feita pela Receita Federal. Este relatório faz um apanhado de todas as vendas que foram feitas durante o mês anterior, incluindo o valor total delas, mesmo que não tenha sido emitida nota fiscal no ato da compra. Ao preencher o documento, o empreendedor poderá verificar como está ocorrendo a movimentação bruta da micro empresa no mercado, durante o mês. Por isso, é importante o preenchimento do mesmo para se ter uma noção do crescimento da empresa. Mesmo quando não há venda durante o mês anterior, o empreendedor deve preencher o relatório, informando que houve R$ 0,00 de receita bruta. O Relatório Mensal de Receita Bruta está disponível no Portal do Empreendedor.
Desenvolver os pequenos negócios turísticos, visando fortalecer as governanças, bem como gerar competitividade e a sustentabilidade.
Hoje você verá como esse processo pode ser mais simples do que você imaginava. Primeiro passo: Faça um estudo específico em outros blogs empresariais. O objetivo dessa etapa é identificar quais aspectos e ferramentas podem ser utilizadas no seu blog e quais você pode aprimorar. Observe na concorrência, qual linguagem é utilizado, se dão importância à interação com o público. Segundo passo: Escolha a melhor ferramenta para a construção do blog. Existem diversas plataformas na internet gratuitas e de fácil manejo, ex: Wordpress, Tumblr, Blogger, etc. Uma das principais formas de uma empresa ficar disponível para todo esse enorme público é tendo o blog empresarial na internet. Nele, você apresentará a empresa, seus produtos e serviços. É uma estratégia para atingir seu público de interesse em que o seu negócio poderá ser conhecido e acessado por qualquer pessoa. Use o blog empresarial, visando sempre manter um bom relacionamento com o público-alvo. Construa um diálogo com caráter informal isso lhe permitirá um nível quase pessoal de relacionamento com seu cliente. Por meio do blog será possível desenvolver um canal de comunicação direta com esse público, com o blog no ar é muito importante atualizá-lo com frequência, com conteúdo objetivo e relevante para o cliente. Deixe clara a funcionalidade do blog e o que seu empreendimento é! Coloque a logo da empresa de forma destacada na página; Mostre com clareza as informações de contato básicas (e-mail, número de telefone e endereço); Explique a atuação da empresa no mercado.
Você sabe como está a saúde financeira da sua empresa? O faturamento é um conceito inicial que todo empreendedor deve saber antes de iniciar o seu negócio, para ter uma gestão eficiente e mais assertiva na tomada de decisões. É importante que os gestores compreendam conteúdos sobre administração para poder analisar todos os dados e características do mercado e da empresa da melhor maneira possível a fim de direcionar o melhor caminho a seguir, por meio de ações preventivas ou corretivas. A maioria dos empreendedores acha que a saúde financeira da empresa só está boa se ela der lucro. Claro que este é um sinal positivo, entretanto não podemos misturar lucro com faturamento. Cada um representa um conceito diferente, que se complementam. O que é o faturamento? A estimativa de faturamento é uma espécie de previsão da receita decorrente das vendas de um determinado produto ou a prestação de serviço de qualquer natureza em determinado período do ano. Ela pode ser feita analisando números anteriores das vendas da empresa e pode auxiliar em um planejamento de curto, médio e longo prazo: As estimativas de faturamento podem ser realizadas por métodos diferentes; Projeção baseada no histórico passado; Projeção baseada no mercado; Projeção baseada na margem de contribuição. Se você está começando ou já possui um empreendimento, é fundamental se familiarizar com um dos principais indicadores do sucesso de qualquer negócio: o faturamento. Podemos dizer que ele é a soma dos valores arrecadados por uma empresa pela realização de sua atividade comercial, seja vendendo bens ou prestando serviços a terceiros. Para que serve o faturamento? Um dos objetivos principais do faturamento é determinar o desempenho de vendas, além de servir como indicador de preço a ser cobrado e se atende a expectativa do consumidor. Outro uso comum é como base de cálculo para imposto, ou seja, dependendo do montante faturado, a receita federal vai enquadrar a empresa de acordo com seu porte, podendo ser um microempreendedor individual (MEI) ou uma Empresa de Pequeno Porte (EPP), por exemplo. A projeção financeira permite uma visão antecipada e real do seu negócio, possibilita uma gestão mais segura e eficaz, ajuda a reduzir perdas financeiras e a aumentar a produtividade da empresa, recomendada também para os seguintes casos: Apresentar uma proposta concreta a um banco para obter créditos e fazer investimentos; Prever a possibilidade de amortizar investimentos para expansão do negócio; Conhecer os períodos de baixas e altas em vendas durante o ano; Entre outros fatores.
Passo a passo para decidir o que fazer Após a pandemia, cresceu o número de pessoas que trocaram o aluguel de pontos comerciais por espaços nas próprias residências e que tiveram um retorno bastante lucrativo. Mas a pergunta que não quer calar: como alcançar o mesmo sucesso ao abrir um negócio em casa? Antes de mais nada, é necessário ter em mente que trabalhar em casa, mesmo que seja apenas para garantir uma renda extra ou em tempo parcial, vai exigir muita dedicação e cuidados que vão além da escolha do nicho em que se pretende empreender. É preciso, por exemplo, balancear conhecimentos sobre vendas, administração, organização financeira e, ao mesmo tempo, saber dividir o horário de trabalho e de lazer, cuidar da saúde mental e até das refeições. Empreender é uma decisão muito séria e não dá simplesmente para sonhar e acordar no outro dia sabendo qual tipo de negócio você vai querer abrir, não é mesmo? Pode parecer até fácil escolher, mas nessa hora crucial um “brainstorming” (método para trocar ideias de maneira organizada, em ambiente relaxado, onde os participantes são estimulados a contribuir para se chegar a uma solução comum de um problema, simples ou complexo, de forma criativa), cai como uma luva, ajuda a gerar grandes ideias e pode definir todo o futuro de uma empresa. Abaixo estão dicas e questionamentos a se fazer antes de escolher em qual área investir dentro da própria casa e conseguir ótimos resultados: Liste as atividades que você desenvolve muito bem e que considera lucrativas; Se imagine desenvolvendo a atividade; Converse com pessoas do mesmo nicho, busque saber como funciona o mercado, como se comporta a clientela; Pesquise bastante sobre o tema.
Venha ser MEI Uma das opções de trabalho mais escolhidas por estrangeiros que se mudam para o Brasil é abrir o próprio negócio. Mas se tornar empresário em solo nacional tem gerado diversas dúvidas para os quem vem de fora. Não é fácil mudar de nacionalidade, principalmente se você tem o desejo de abrir o próprio negócio. É fundamental que, antes de realizar essa mudança, você realize pesquisas sobre o que a legislação estabelece para os estrangeiros, pois há exigências específicas para cada caso e para cada tipo de empresa que pode ser aberta no Brasil. Se você é de outro país e quer empreender no Brasil, continue lendo esse texto porque você vai saber tudo sobre como ser um microempreendedor estrangeiro. Abrir uma empresa exige alguns procedimentos e atos burocráticos. O primeiro passo é planejar todas as etapas do plano de negócio e colocar no papel todas as suas ideias, metas, pesquisas de mercado, expectativas e todos os detalhes que fomentam a sua empresa. Para o próximo passo, é preciso reunir todos os documentos necessários para abrir uma empresa e fazer o registro na Junta Comercial. Após esses procedimentos, o empresário deverá fazer o cadastro do CNPJ junto à Receita Federal. Esse processo deve ser feito presencialmente, apresentando alguns documentos no ato. Dependendo do setor da empresa, será necessária a Inscrição Municipal, feita junto à Prefeitura Municipal. Ela serve como uma permissão de funcionamento para todas as empresas que prestam serviços. É necessária também a licença prévia do município para poder atuar, o chamado Alvará de Funcionamento. Esse documento autoriza que você exerça atividades e deve ser solicitado na Prefeitura ou outro órgão governamental municipal. Com todos esses documentos em mãos, você já estará apto a iniciar suas atividades e seguir com seus serviços. As duas melhores dicas que podemos te dar é: antes de formalizar o seu negócio, busque o suporte de um contador. Esse profissional irá orientá-lo nos melhores modelos e irá te explicar todos os detalhes da carga tributária e opções para operar sua atividade. Mas vamos passo a passo descobrir como providenciar e colocar em prática todo esse processo. O que é o MEI? Antes de tudo, é preciso compreender o que é essa categoria de empreendedorismo no Brasil. O MEI é uma empresa constituída por uma só pessoa que deseja se formalizar como pequeno empresário trabalhando por conta própria. Dessa forma, o profissional liberal pode abrir empresa em seu próprio nome e atuar de forma regularizada perante o Governo. Este regime surgiu com a Lei Complementar n.º 128/08 e sua proposta é formalizar trabalhadores autônomos e empreendedores individuais. Porém, o regime dispõe de uma série de requisitos que o trabalhador deve cumprir para ser enquadrado como MEI.
Entendendo o cenário Em meio a uma recessão econômica, onde os reflexos da pandemia e, atualmente, a guerra entre a Rússia e a Ucrânia tem exigido muito dos empreendedores, a busca por uma oportunidade de trabalho se torna ainda mais difícil devido à concorrência. O mercado de trabalho exige alternativas e a tendência é que a procura por cursos profissionalizantes aumente. O conhecimento em áreas específicas pode ser a saída para montar o seu próprio negócio e um curso profissionalizante é uma delas. Conforme o MEC, em matéria publicada pelo portal G1, não existe regra para a abertura de um curso profissionalizante e a informação é do próprio Ministério da Educação. É uma oportunidade para os empreendedores que desejam investir nesse mercado. Se você faz parte desse grupo de pessoas com este perfil, fique atento às dicas neste artigo, pois iniciar um curso desse tipo pode ser mais simples do que você imagina. Vamos orientar como agir para estruturar seu curso profissionalizante. Como se estrutura um curso profissionalizante? É importante começar pelo entendimento do que seja um curso profissionalizante e qual a diferença para outras modalidades de cursos existentes. Os cursos profissionalizantes, ao contrário dos demais, são destinados ao aperfeiçoamento profissional e voltados para um determinado conhecimento específico dirigido ao mercado de trabalho. A capacitação desse tipo de especialidade visa um setor ou atividade necessitada pelo mercado. Também deve-se considerar a observação de que pode se constituir em um diferencial diante da concorrência. Os cursos profissionalizantes podem ser flexíveis, tanto atendendo aos profissionais que já estejam trabalhando em alguma área e que desejam se especializar, como também os que ainda não possuem formação adequada para determinadas atividades. Conforme a legislação vigente, não há uma carga horária definida para este tipo de curso, podendo ter uma grade menor ou maior, a depender da estrutura do curso. Além disso, a área de atuação pode envolver setores bem mais amplos que ofereçam oportunidade de crescimento.
Medidas necessárias Fazer home-office ou um criar um ponto comercial em casa é algo que vem se tornando muito comum devido ao isolamento social. É uma solução não só adotada por pequenas e grandes empresas, mas também por autônomos que por motivos econômicos deixaram de pagar o aluguel de seus escritórios ou salas comerciais e passaram a desempenhar suas funções em casa. No caso em que o trabalho envolve o atendimento ao cliente, vale a pena analisar a possibilidade de transformar uma parte do seu imóvel em um local comercial para o atendimento ao público. É fato que cada caso é um caso, e deve ser analisado conforme o imóvel e a atividade comercial que será realizada, mas ainda assim podemos abordar algumas dicas básicas para te ajudar com essa missão. A primeira coisa que você deve fazer é se informar sobre se sua região e a legislação de seu estado ou município permitem a transformação do seu imóvel em ponto comercial. Depois disso, é importante preparar os documentos necessários que podem ser, conforme a atividade que será realizada, alvarás, licenças, regulamentação da vigilância sanitária ou controle ambiental, por exemplo, para que seu negócio cumpra com as normas exigidas. Além de verificar se a prefeitura autoriza locais de comércio na região, é necessário atualizar a documentação em determinados casos. Em alguns municípios, por exemplo, a alíquota do IPTU varia conforme a destinação do imóvel. E quaisquer alterações físicas devem ser aprovadas pela prefeitura para que o imóvel receba a caracterização comercial de habitação (habite-se). Tendo feito isso, deve-se ter cuidado ao reformar a propriedade. Em geral, as despesas não devem exceder 10% do valor total do imóvel, caso contrário o retorno não é garantido. No processo de deixar o imóvel com aparência comercial, deve haver harmonia entre esse imóvel o perfil da região em que se encontra. Veja algumas medidas necessárias: Adequar o espaço com as exigências do negócio; Se for o caso, criar acesso para deficientes físicos; Banheiro para clientes; Medidas de segurança, como saídas de emergência, extintores, e reforma do sistema hidráulico e elétrico; Adequar a iluminação do espaço comercial; Criar entradas independentes entre a casa e o espaço comercial; Respeitar os horários, para não misturar hora de almoço com papelada de trabalho, criando uma rotina para as atividades da família e do trabalho.
Se você é um comerciante ou quer começar no varejo, certamente já encontrou dificuldades para calcular o preço de venda de um produto. E isso não é para menos, pois precificar é um processo estratégico que exige uma série de cuidados, e ações. Mesmo comerciantes experientes que pensam estar lucrando com suas vendas, muitas vezes acabam cometendo erros e vendendo a preços abaixo do recomendado. O preço de venda é um fator que influencia os clientes em suas decisões de compra, pois em mercados com muitos concorrentes, os clientes procuram a certeza da melhor oferta e os empresários precisam ser competitivos sem perder a rentabilidade. Para definir o preço de venda do seu produto para garantir lucro, o empresário deve conhecer a importância de um planejamento de preços, bem como entender sua estrutura. Um dos principais desafios que o pequeno empresário enfrenta é estabelecer uma prática confiável de formulação de análise de preços. Considere todos os custos e despesas envolvidos nesse processo e torne sua organização mais competitiva e lucrativa. Além do retorno do investimento, os lucros também garantirão o crescimento e a sustentabilidade dos negócios. Custos e Despesas – Conceito A fim de aumentar o nível de seu entendimento e evitar conceitos diferentes para uma mesma palavra, vamos definir as terminologias em custos comerciais. Custos representam os gastos relativos a consumo na operação, portanto, em uma empresa comercial, apenas o custo da mercadoria vendida é considerado custo. Despesas representam os gastos que se destinam às fases de administração, esforço de vendas e financiamentos. Então, excetuando o custo das mercadorias vendidas, os demais gastos em uma empresa comercial podem ser conceituados como despesas. Citaremos algumas perguntas que deverão ser feitas pelo empresário: Estou tendo lucro ou prejuízo na comercialização das mercadorias? De quanto? Posso reduzir o preço de venda a fim de torná-lo mais competitivo? Reduzir em quanto? Entre as mercadorias que comercializo, quais deverão ter suas vendas incentivadas? (com base na Margem de Contribuição) Qual a quantidade mínima de vendas por mês necessário para cobrir todos os meus custos e despesas?
Processo de baixa do MEI Se você não está mais atuando com a empresa e deseja encerrar suas atividades, é importante baixar o seu CNPJ. Este procedimento é simples e pode ser feito a qualquer momento, gratuitamente, no Portal do Empreendedor. É importante ressaltar que o processo de baixa do MEI precisa seguir determinados passos. Com base no artigo da LC 123/2014, a baixa do MEI independe de sua regularidade tributária, previdenciária e trabalhista. Veja como fazer a baixa: Entre no site informado, clique aqui! Informe seu CPF e senha de acesso à conta de acesso digital do governo federal (conta gov.br). Sua conta deve ter o nível Prata ou Ouro. No caso de estrangeiros, se a conta tiver o nível Bronze, serão solicitados os dados de identificação civil do estrangeiro. Para os níveis Prata ou Ouro não será necessário informar esses dados. Se você ainda não possui este cadastro, clique aqui! Confira os dados da sua empresa. Marque a declaração de baixa e clique em “Continuar” Emita e guarde o comprovante de situação cadastral de baixa que fica disponível logo que confirmar a baixa do CNPJ. Você precisará ter em mãos os seguintes documentos/dados: Título Eleitoral CNPJ CPF e/ou CCMEI Código de Acesso (caso não tenha pode ser feito no portal do empreendedor) Código de confirmação recebido em seu celular. Outro caminho Se você não conseguir fazer o procedimento anterior, aqui vai outra opção para dar baixa no MEI: Acessar o portal do empreendedor Ir em "Já sou - MEI" - clicar em Baixa da Empresa. Clique no botão “Solicitar Baixa”. Cadastrar os dados solicitados. Ter um celular em mãos para o recebimento de código/informar código recebido. Fazer download de certificado de baixa Ir a aba serviços em "emitir suas certidões e comprovantes" - comprovante CNPJ. Encaminhar baixa de CNPJ - Sim. Imprimir comprovante.
Pré-requisitos para a aposentadoria Após trabalhar tantos anos e se dedicar para fazer o negócio próprio dar certo, eis que chega a hora de descansar um pouco e apenas colher os frutos. Ao contrário do que muitos podem pensar por não conhecer as regras, o Microempreendedor Individual (MEI) tem direito a aposentadoria assim como qualquer trabalhador, mas com alguns critérios próprios da categoria. Para início de conversa, você, MEI, precisar saber o que é necessário para ter direito ao benefício. Mas, para falar sobre os pré-requisitos para se aposentar, é preciso esclarecer que existem dois cenários: antes e depois da reforma da previdência que passou a vigorar a partir de 13 de novembro de 2019 e alterou regras de idade e cálculos para a aposentadoria, inclusive dos microempreendedores. Idade antes da reforma Para o Microempreendedor Individual se aposentar por idade antes da reforma da previdência, era necessário que as mulheres tivessem no mínimo 60 anos e os homens 65 anos, além de 15 anos de contribuição para ambos os gêneros. Idade depois da reforma Para quem ingressou no regime após a reforma da previdência, as regras de aposentadoria mudaram. Houve modificação no quesito etário para o público feminino. A mulher agora se aposenta com a idade mínima de 62 anos. Foi mantida a idade mínima de 65 anos para os homens e o tempo de 15 anos de contribuição para ambos os gêneros. A advogada especialista e consultora, membro da Comissão Especial de Direito Previdenciário do Conselho Federal da Organização dos Advogados do Brasil (OAB), Rayana Machado Farias, explica que existe regramento específico para quem já estava tentando se aposentar antes da reforma e só conseguiu depois de ela vigorar. “Para quem já estava tentando antes e só conseguiu depois, acontece o regramento de transição: a previdência estipula um regramento diferenciado para as pessoas que estavam na iminência para completar ou a idade, ou o tempo de contribuição. Existem 4 regras de transição para quem não conseguiu completar os requisitos antes da reforma, a previdência disponibiliza o regramento diferenciado”, enfatizou.
O que é o MEI Quer começar um negócio e está procurando a forma mais simples? O Microempreendedor Individual (MEI) é a modalidade mais indicada para quem quer sair da informalidade. Com o cadastro, que é possível fazer pela internet, a sua empresa passa a ter CNPJ, direitos e obrigações de pessoa jurídica com muitas facilidades. O MEI é uma classificação empresarial criada no Brasil para ofertar de forma simplificada a possibilidade de regularizar a situação de milhares de empreendedores que antes eram considerados informais e por isso tinham difícil acesso a diversos benefícios. A Lei Complementar n.º 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhador conhecido como informal possa se tornar um MEI legalizado. Essa Lei estabelece percentual de contribuição mensal para a Previdência Social e valores direcionados para o tributo municipal e estadual, mediante os quais, o Microempreendedor Individual tem acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros. Cuidados: Se você recebe algum benefício legal, cujo documento de acesso é o seu CPF, poderá perder caso se torne MEI. Se você é funcionário público, saiba que a atividade empresarial individual não é compatível com o funcionário público de qualquer esfera, podendo ser necessário ter que optar entre as duas atividades.