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Empreendedorismo | OBSTÁCULO
Crise: esse filme eu já vi

Luiz Augusto Junqueira, autor de 11 livros e CEO do Instituto MVC, traz detalhes sobre a importância de reconhecer os culpados numa crise

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Luiz Augusto Costacurta Junqueira, CEO do Instituto MVC e diretor do IBCO

· 19/10/2021 · Atualizado em 20/10/2021
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Não se assuste, caro leitor. Não vamos voltar ao lugar comum. Nossa ideia aqui é apresentar um pouco do que aprendemos com as crises que já aconteceram no passado e suas implicações para a área de Treinamento e Desenvolvimento (T&D). Crises têm uma dimensão irracional que provoca a “saída dos eixos” nas pessoas ansiosas, pessimistas, avessas ao risco e entre outras. Por outro lado, a reatividade costuma ser o lugar comum de nosso comportamento diante dessas crises. Quem se antecipa a um problema certamente possui mais munição para resolver o que vier daí para frente. Não esquecer de que não existem crises sem fim; chega um momento em que tudo volta ao azul.

Em primeiro lugar, vamos pensar nas causas da crise, depois em suas consequências. Identificando essas causas, as soluções ficam mais claras, rápidas e duradouras. Alternativas de solução aplicadas sobre os efeitos da crise podem mascarar o problema, tal como tomar comprimidos para curar um câncer. Vale mencionar que aceitar que temos algo errado já é o primeiro passo para uma solução.

Crises são momentos em que a confiança é algo fundamental para não contaminar as relações. Cumprir prazos, dizer o que pensa, aceitar as diferenças individuais e compartilhar as informações torna-se algo crítico. Sem confiança, o trabalho em equipe, as soluções de consenso e a troca de informações ficam inviáveis.

Lembrar-se de que na crise tudo passa a ser mais negociável, a “pechincha” mais aceitável, a “cara de pau” é aceita sem mais delongas. Quer melhor momento do que esse para conseguir maiores concessões de seus fornecedores? Também as margens de negociação se tornam mais longas, nossa perspectiva temporal muda; do “para ontem” passamos “para o anteontem”. Quem é mais rápido no gatilho vence o duelo. Quem sabe esperar, compra melhor. É um caso típico em que o poder mudou de lado.

Se você tem o hábito de ser o profeta da catástrofe, tome cuidado! Assim fazendo você entra, de novo, na vala comum. Procure ver e divulgar aspectos, informações positivas. Todos vão lembrar mais de você. Um comportamento contrário afasta as pessoas de suas relações. Uma postura consultiva, de solucionador de problemas, se torna mais eficaz.

Seu tempo está sobrando? Pense em fazer aquilo que deixava de lado quando não tinha tempo. Volte a pensar um pouco em sua família, dedique mais tempo para o benchmarking, aumente seu networking, fique mais “visível” para sua empresa e para o mercado.

Para terminar, vamos retomar o que dissemos no início. As crises têm fim, trazem sempre lições que podem nos ajudar a equacionar problemas antes insolúveis, forçam as pessoas a sair de sua zona de conforto e podem servir para mostrar (ou não) que a função treinamento pode ser mais centro de lucros do que de custos.

Comece a mudar a sua situação e enfrentar os desafios, separamos o artigo “Planeje-se para enfrentar a crise” para você começar a observar pontos que você pode melhorar e alavancar sua empresa.

É nos momentos de crise que um bom planejamento é essencial. Por isso, deixamos abaixo para download, uma cartilha sobre gestão financeira em tempos de crise. Para baixar é só clicar no arquivo abaixo.


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