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Pequenos negócios no Piauí necessitarão de crédito
Pesquisa revela também dados sobre faturamento, demissões e funcionamento das empresas

De acordo com a esquisa 58% dos pequenos negócios do Piauí necessitarão de crédito em tempos de Covid-19.

O Sebrae divulgou a segunda edição do levantamento O Impacto da Pandemia do Coronavírus nos Pequenos Negócios. O estudo, realizado entre os dias 03 e 07 de abril com 6080 donos de pequenos negócios, considera informações desde quando iniciou a crise do Coronavírus. No Piauí, foram 44 respondentes, sendo 48,9% MEI, 27,8% microempresa e 23,4% empresas de pequeno porte.

A pesquisa revela que 55% das micro e pequenas empresas de todo o país precisarão pedir empréstimos para se manter no mercado e não gerar demissões. No Piauí, o percentual de pequenos negócios que devem recorrer a financiamentos é de 58%.

“O Sebrae está à disposição dos empreendedores para orientá-los como obter crédito de forma segura, uma vez que o acesso ao crédito deve ser feito de forma planejada para que seja realmente uma solução e não um problema futuro para as empresas, garantindo a sustentabilidade dos empreendimentos”, afirma o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

O levantamento traz ainda dados de empresas que já recorreram a financiamento nas últimas semanas. Em todo o país, 30% dos pequenos negócios buscaram crédito nas instituições financeiras, destes apenas 11,3% conseguiram ter acesso ao capital, contra 29,5% que estão aguardando resposta e outros 59,2% que tiveram o pedido negado.

No Piauí, 34% dos entrevistados já buscaram algum tipo de financiamento. Destes 55% tiveram seus pedidos negados. O percentual de empresas do Estado que obtiveram crédito e as que ainda estão aguardando resposta são iguais, ficando em torno 22,5%.

“O crédito ainda é um dos maiores gargalos na gestão de um pequeno negócio. E nesse período de pandemia é um fator que pesa ainda mais, quando se considera que muitos estabelecimentos estão fechados, sem faturamento, e precisam de capital de giro para honrar os compromissos com fornecedores e colaboradores. Por isso, muitas medidas já foram adotadas para facilitar a vida das micro e pequenas empresas”, afirma o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

Entre as medidas adotadas pelo Governo para mitigar os impactos da crise sobre os pequenos negócios estão: Auxílio Emergencial para MEI, autônomos, informais e desempregados; suspensão dos contratos de trabalho e diminuição da jornada de trabalho com redução salarial e compensação do governo para o empregado; linhas de crédito com juros reduzidos para financiar os salários de empregados de empresas, ficando as mesmas impedidas de demitir; diferimento de tributos do Simples Nacional; entre outras providências.

Mas apesar da ampla divulgação dessas medidas, segundo o levantamento do Sebrae, a maioria dos donos de micro e pequenos negócios ainda desconhecem os decretos governamentais, que dispõem sobre as vantagens e benefícios dessas ações de governo, em especial as linhas de crédito que estão sendo disponibilizadas para evitar demissões. Em todo o país 29% dos entrevistados dizem não conhecer essa medida, enquanto 57% só ouviu falar a respeito. O percentual de pessoas que conhecem bem é de apenas 14%. No Piauí a tendência se mantém, com 31% dos respondentes afirmando não conhecerem, 52% ouviram falar e 17% conhecem bem.

GARANTIA PARA O CRÉDITO

Segundo o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles, o levantamento confirma a importância da medida anunciada pelo governo no que se refere à alavancagem que a instituição está fazendo no Fundo de Aval para as Micro e Pequenas Empresas, Fampe.

Nos próximos três meses, o Sebrae vai destinar pelo menos 50% da sua arrecadação, para ampliar o crédito aos pequenos negócios. A operação de socorro deve começar com R$ 1 bilhão em garantias, o que viabilizará a alavancagem de aproximadamente R$ 12 bilhões em crédito para pequenos negócios.

“Um dos maiores obstáculos no acesso dos pequenos negócios ao crédito é a exigência de garantias feita pelas instituições financeiras. Nesse sentido, o Fampe funciona como um salvo-conduto, que vai permitir aos pequenos negócios, incluindo o Microempreendedor Individual, obter os recursos para capital de giro, tão necessários nesse momento de crise para manter os negócios e os empregos”, explica Carlos Melles.

OUTROS DADOS DA PESQUISA

O levantamento mostra que, além da dificuldade de acesso a crédito, os pequenos negócios também enfrentam queda no faturamento. Quase 88% dos empresários ouvidos no Brasil viram seu faturamento cair 75% em média, e a estimativa, segundo os entrevistados, é que as empresas só consigam permanecer fechadas e ainda assim ter dinheiro para pagar as contas por mais 23 dias.

No Piauí, o percentual de empresas que tiveram queda no faturamento segue a tendência nacional, sendo que a média de redução foi um pouco maior, chegando a quase 82%. Segundo os empresários piauienses, os negócios conseguirão permanecer fechados e ainda assim ter dinheiro para pagar as contas por pouco mais de 27 dias.

Ainda de acordo com a pesquisa do Sebrae, a situação financeira das empresas já não era considerada boa pela maioria dos donos de pequenos negócios. Em todo o Brasil, 73% disseram que era razoável ou ruim, mesmo antes da chegada da pandemia. Já no Piauí, esse percentual é de 79%.

O estudo mostrou também que mais de 62% dos negócios interromperam temporariamente as atividades ou fecharam as portas definitivamente no país, e no Piauí chega a quase 80%. Entre os 38% no Brasil e 20% no Piauí, que continuam abertos, a maioria mudou o seu funcionamento, passando a fazer entregas, atuar no ambiente virtual ou com horário reduzido. A pesquisa indica ainda que, nos últimos 15 dias, cerca de 18% dos entrevistados no Brasil demitiram funcionários, contra 16% no Piauí.

Fonte: ASN - Sebrae/PI

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