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Finanças
Conheça os fatores de restrição ao crédito
Nesta página criada pelo Sebrae em Roraima, descubra os principais pontos analisados pelos bancos na hora de conceder empréstimo e financiamento.

Os agentes financeiros necessitam de informações qualificadas para identificar os riscos nas situações de empréstimo e avaliar a capacidade de pagamento do solicitante, para fazer as recomendações relativas à melhor estruturação e tipo de empréstimo a conceder.

Quanto maior a quantidade de informações organizadas e disponibilizadas pelos empresários, maior a possibilidade de conseguir financiamento.

Análise de crédito: a visão do agente financeiro

É bastante comum às instituições do mercado financeiro, ao realizarem suas análises, classificarem os chamados seis "C's" do crédito. São eles:

  • 1 - Caráter

O caráter está atrelado à índole do tomador do empréstimo e sua predisposição em pagar o financiamento contraído. De forma objetiva e com base nestes registros, as instituições financeiras podem verificar se o proponente correspondeu às expectativas previstas anteriormente e como e quando efetuou o pagamento das obrigações pactuadas.

Também consultam se o cliente está inscrito em órgãos de restrição ao crédito (Serasa, SPC, Candin), cartórios ou se existem ações judiciais contra a empresa e sócios.

  • 2 - Capacidade

Consiste na capacidade do empresário em pagar o crédito, tendo em vista o quanto a empresa suporta de endividamento. São analisadas as demonstrações financeiras, com particular ênfase na liquidez, nos fluxos e projeções de caixa.

As empresas que não registram contabilmente todo seu faturamento perdem a possibilidade de comprovar as receitas colhidas aos agentes financeiros, restringindo a análise da capacidade de pagamento do negócio.

  • Capital

Representa a potencialidade financeira do proponente ao crédito, refletida por sua posição patrimonial. A análise da dívida do requerente, os índices de liquidez e as taxas de lucratividade são frequentemente utilizadas para avaliar seu capital.

Caso não se realize corretamente a contabilização de seus ativos e passivos, o patrimônio das MPEs pode ser reduzido, o que diminui a predisposição da concessão de crédito pelos agentes financeiros.

  • Colateral

Representa o somatório de ativos que o proponente tem disponível para oferecer em garantia ao empréstimo. Assim, quanto maior for o montante e a qualidade dos ativos disponibilizados, maior se torna a chance da instituição financeira reaver os recursos emprestados, caso o proponente ao crédito não honre suas obrigações. Todas as formas de garantia, sejam elas pessoais ou reais, devem ser levadas em consideração na análise deste item.

  • Condições

Dentro do atual e imprevisível cenário econômico empresarial são diversas variáveis que afetam as empresas, também em relação a transações de crédito. Condições econômicas e empresariais gerais, assim como circunstâncias especiais, devem ser consideradas ao avaliar as especificidades de crédito.

  • Coletivo

Começa a surgir uma inovação, que é a avaliação do chamado "6º C" do crédito. Considera-se, para efeito de análise de risco do empreendimento, o seu grau de inserção e integração em um coletivo de empresas do tipo cadeia ou aglomeração produtiva, organizado ou não como Arranjo Produtivo Local (APL).

As instituições financeiras já começam a perceber essas empresas com um menor diferencial de risco, alterando seus parâmetros de avaliação, reduzindo as exigências, simplificando processo e, consequentemente, os custos diretos e indiretos de acesso.

Risco de crédito

As análises realizadas pelos agentes financeiros procuram ter em mente a existência de duas condicionantes: o risco e o retorno da operação de crédito, tendo sempre a perspectiva de maximização dos resultados. Dessa forma, quanto maior for o risco da operação, maior será o retorno (juros) que o agente financeiro exigirá.

É importante que o atendente esclareça bem esta situação para o empreendedor, demonstrando a ele que os agentes financeiros irão identificar os riscos, conforme a Resolução 2.682 do Banco Central, classificando-os entre o nível A (excelente) e o nível H (alto risco de inadimplência) e que isto influenciará não só na elevação das taxas de juros, quanto no aumento das exigências de garantias.


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