CRÉDITO

Conheça as principais dúvidas sobre linhas de crédito para empresa

Descubra qual o financiamento ideal para o seu empreendimento e saiba quais linhas de crédito você pode solicitar às instituições financeiras

Abrir uma empresa no Brasil não é uma tarefa fácil, principalmente, quando se é uma micro ou pequena empres. Se por um lado há muitas linhas de crédito disponíveis no mercado, por outro, a lista de dúvidas na hora de escolher a ideal para o seu negócio também é grande.

  • Onde e quando buscar uma linha de crédito?
  • Quais são os riscos? E as vantagens?
  • Qual o tipo mais adequado para a minha necessidade?

É necessário continuar com as perguntas até achar a resposta certa e optar, então, pela linha de crédito mais indicada para o seu caso. Separamos algumas perguntas e respontas com o objetivo de entender um pouco mais sobre linha de crédito e qualpé o melhor investimento para o seu negócio. Confira!

8 perguntas e respostas sobre linhas de crédito

1. Existem linhas de financiamento específicas para organizações do terceiro setor (associações) e cooperativas?

Sim, alguns agentes financiam linhas adequadas às necessidades de compra de máquinas e equipamentos, instalações e até mesmo capital de giro.

2. Existem opções para pessoas físicas, artesãos, autônomos?

Sim. As mais utilizadas são as linhas das instituições de microcrédito, o Programa de Geração de Emprego e Renda (PROGER) e os Fundos Constitucionais (para os estados beneficiados).

O Proger é um programa do Governo Federal, que possui o objetivo de promover a geração de renda por meio da oferta de linhas de crédito com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) no investimento de longo prazo à pequenos negócios, cooperativas e associações de produção.

Atualmente, existem três Fundos Constitucionais de Financiamento: FCO, FNE e o FNO . Eles são operados por diferentes instituições financeiras.


3. Existe financiamento para apoiar a exportação dos produtos e serviços dos pequenos negócios?

Sim. Existem linhas de crédito e bancos especializados em operar financiamentos dessa natureza. São instituições que operam câmbio e estão autorizadas pelo Banco Central a contratar financiamentos à exportação e importação. Basicamente, as operações se subdividem em pré-embarque (financia capital de giro para produção de bens e serviços para exportação) e pós-embarque (financia a importação de bens e serviços).

4. Quanto ao financiamento para veículos, quais os critérios exigidos?

Os agentes financeiros podem financiar veículos utilitários e caminhões, novos ou usados, geralmente com no máximo cinco anos de uso, sendo necessário comprovar a utilização nas atividades do empreendimento financiado.

5. Por que o banco exige que ele apresente o orçamento total, quando o cliente pleiteia um complemento de construção civil/reforma?

Porque o banco considera o projeto como um todo – o que já foi realizado com recursos próprios e o que vai ser financiado. É necessário que a obra esteja regular perante todos os órgãos de fiscalização, para que posteriormente não venha a sofrer nenhum impedimento para funcionar. Se o que já foi realizado for apresentado como contrapartida de recursos próprios, é necessária a devida comprovação no projeto, por meio de notas fiscais e recibos.

6. O banco pode conceder financiamento para uma empresa instalada em imóvel alugado?

Os bancos dificilmente fazem restrição quanto a isso. Eles apenas fazem restrição em conceder financiamento para uma empresa em imóveis não regularizados.

7. Quero comprar uma empresa já pronta e em funcionamento. O banco financia?

Não. Entretanto, poderá ser financiada se a atividade for de indústria ou de meios de hospedagem e estiver desativada. Podem-se adquirir os bens de propriedade da empresa, como máquinas com até cinco anos de uso e com nota fiscal de origem.

8. O banco dá prazo de carência?

Para capital de giro, a carência geralmente é menor do que para financiamento de investimentos fixos e mistos. Para financiamentos de longo prazo, a carência é, em média, de seis a 12 meses, mas pode ser maior. Durante o período de carência a empresa não amortiza o empréstimo, mas paga em parte ou integralmente os encargos do financiamento. Neste período, apesar de não ser cobrada a prestação integral, o financiamento sofre a incidência normal da taxa de juros, o que aumenta o saldo devedor da operação.

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