LOGÍSTICA

Gastos com retorno de produtos chegam a 5% do faturamento

Dado é o resultado de pesquisa do Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB) com 188 empresas no Brasil, mas o número pode ser ainda maior.

Sem dúvida, a logística reversa no comércio eletrônico ainda é um grande desafio e a necessidade de um maior gerenciamento é fato.

O Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB) realizou a pesquisa Políticas de logística reversa em empresas que atuam no Brasil com 188 companhias brasileiras e constatou que metade delas gasta até 5% do faturamento com o retorno dos produtos.

Um outro levantamento, feito pela Reverse Logistics Association (RLA), apurou que os processos na área de logística reversa chegam a representar entre 3% e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de alguns países.

Nos Estados Unidos estima-se que movimente, no mínimo, US$ 360 bilhões anualmente.

Para o presidente da entidade, Paulo Roberto Leite, não existe hoje uma correta mensuração desses processos na maior parte das corporações, então, os percentuais podem ser até maiores. “Há um crescimento gradativo dos níveis de devolução na medida em que há um aumento da variedade de produtos disponíveis no mercado por diferentes setores”, revela.

Apesar dos altos números nos custos das empresas, é importante ressaltar que os empresários estão cada vez mais conscientes para o problema.

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