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Thu Feb 28 16:37:00 GMT-03:00 2019
Empreendedorismo
Negócios familiares: entenda como eles funcionam
Descubra o conceito de negócios familiares, suas principais características e os pontos fracos e fortes desse modelo de gestão de empresas.

O que é?

Um negócio familiar é a interação de dois sistemas separados, a família e o negócio, que estão conectados. As empresas familiares podem incluir diversos membros da família, tanto na parte administrativa quanto como acionistas e membros da diretoria.

Para um negócio ser familiar, não é necessário que todos os membros trabalhem como funcionários

Além disso, a gestão da empresa pode ser feita por uma pessoa de fora da família (e não por isso ela deixará de estar enquadrada como um negócio familiar), apenas precisando ter figuras familiares no quadro de diretores ou acionistas.

Conheça agora as principais características das empresas familiares, observando os seus pontos fortes e fracos.

Pontos fortes e fracos

Pontos fortes

  • Comando único e centralizado, permitindo reações rápidas em situações de emergência.
  • Estrutura administrativa pequena.
  • Financiamentos e outros investimentos podem ser obtidos da poupança feita pela família, assim evitando juros.
  • Equipe determinada e dedicada.
  • Importantes relações na região com a comunidade e comerciantes, trás uma maior credibilidade.
  • Confiança mútua.
  • Investimento em novas capacitações dos colaboradores, será um retorno dentro da própria empresa.
  • Desenvolvimento em conjunto.

 Pontos fracos

  • Dificuldade para separar dentro da empresa a parte emocional/intuitivo e racional, tendendo mais para os interesses pessoais
  • A postura de autoritarismo do fundador, alterna-se com atitudes de paternalismo, que acabam sendo usadas como forma de manipulação.
  • Grande resistência a mudança.
  • Laços afetivos extremamente fortes, influenciando comportamentos, relacionamentos e decisões da empresa.
  • Expectativa de alta fidelidade dos empregados. Isso pode gerar um comportamento de submissão, sufocando a criatividade.
  • Jogos de poder, nos quais muitas vezes vale mais a habilidade política do que a característica ou competência administrativa.

Sucessão de poder

É de extrema importância planejar antecipadamente a sucessão de pessoas na empresa familiar, para que, quando for necessário realizar a troca, esteja tudo documentado e com os demais membros do negócio e da família cientes. O processo sucessório deve ser iniciado com a presença do fundador da empresa e a participação ou aval de todos os envolvidos. É preciso que exista, durante toda a ação, um clima de diálogo para tratar dos conflitos já existentes e dos que podem surgir.

Os herdeiros devem ser conscientizados de que não vão herdar uma empresa, mas uma sociedade composta por pessoas que não se escolheram. Logo, é preciso separar claramente os conceitos de família, propriedade e empresa.

É fundamental não confundir a profissionalização da gestão (criação de organogramas e definição de funções para os herdeiros), um processo que não soluciona a transição, com a profissionalização da sociedade, que criará uma consciência societária entre os herdeiros.

Ainda assim, muitos detalhes podem afetar o processo de sucessão. Por isso, é preciso seguir alguns passos e responder algumas questões para que a ação seja a mais clara possível:

Sócio menor de idade

O que fazer com o sócio menor de idade?

É possível a participação de um menor de idade numa sociedade ou associação de empresa, mas com algumas restrições. O menor precisa ter mais de 16 anos e menos de 18, o capital da sociedade tem que estar integralizado, tanto na constituição como nas alterações contratuais, e não podem ser atribuídos ao jovem quaisquer poderes de gerência ou administração.

No caso de um menor emancipado (maior de 16 anos e menor de 18 anos), ele poderá ser sócio de qualquer tipo de sociedade, inclusive fazendo parte de sua administração e direção.

Como fazer a emancipação do menor?

A emancipação é realizada em qualquer Cartório de Registro Civil. É necessário que, em seguida, ela seja arquivada na Junta Comercial local ou no Cartório de Registro de Pessoa Jurídica, dependendo do tipo da empresa.

 Importante!

Caso o menor não possa exercer a gerência ou a administração da empresa, ele pode ser representado pelos seus genitores ou tutor.

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