Fortalecendo o desenvolvimento local com soluções criativas e sustentáveis que geram riqueza, preservam o ambiente e melhoram a qualidade de vida

Inovação
Quando se fala em inovação, muitas vezes associamos o termo às transformações tecnológicas e digitais, como inteligência artificial, robôs, carros autônomos e todas as novidades que vêm invadindo o nosso cotidiano. Mas o processo inovador não precisa da tecnologia para existir; ou melhor, é bem mais amplo do que qualquer ferramenta tecnológica. Inovação significa criar novas formas de fazer algo. É gerar riqueza e crescimento econômico por meio de ideias e soluções criativas.
Em 1939, o economista austríaco Joseph Schumpeter já enfatizava que a inovação é o motor essencial para o desenvolvimento econômico de um país capitalista e que à medida em que as indústrias se tornavam cada vez mais competitivas, era preciso inovar para garantir relevância e diferencial competitivo no mercado, com novos produtos e incrementos, como novos modelos de carros. Já em 1987, um outro austríaco, o professor e escritor Peter Drucker falava de inovação como a capacidade de transformar o que já existe em algo lucrativo, ou seja, que todas as mudanças que geram riqueza são consideradas inovação.
Ecossistema de inovação
O Brasil vem se destacando no quesito inovação e, em 2023, alcançou a 49ª posição no ranking do Índice Global de Inovação, da Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Na América Latina, o país ocupa a primeira posição de economia mais inovadora. Financiadoras e fundações - ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) -, subsidiam investimentos em pesquisa, inovação e desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, conhecidos pela sigla PD&I. É importante destacar também que o cenário regulatório brasileiro é um dos mais completos em inovação. O Novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) é o arcabouço jurídico e técnico para que universidades, empresas, poder público e outros stakeholders promovam a inovação no país e atuem em sinergia.
E esse potencial de gerar riqueza é de extrema importância, sobretudo no cenário econômico atual, cada vez mais dinâmico. O Sebrae vem promovendo a inovação apoiando os pequenos negócios para que possam se sobressair no mercado por meio de um diferencial criativo.
Ajudar os pequenos empreendedores a criar e impulsionar o seu negócio é a nossa meta. E para isso, o Sebrae vai além! Oferece também ferramentas para que o poder público municipal atue junto aos diferentes atores da sociedade na busca pelo progresso econômico local, incentivando a criação e ampliação de novos negócios por meio de ideias inovadoras de empreender.
O Sebrae apoia e estimula a formação de um ecossistema de inovação, com a união de organismos da sociedade civil e do poder público: universidades, startups, parques tecnológicos, centros de pesquisa, grandes empresas, pequenos negócios, investidores e organizações. É o que chamamos de inovação aberta, ou seja, aquela que surge com a colaboração de vários atores e não apenas com recursos próprios, como ocorre no processo de inovação fechada.
Saiba mais aqui!
Mesmo com várias iniciativas em curso, quando se olha para a cultura de inovação, aquela que engloba novas ideias, projetos, riscos e colaboração mútua, as instituições brasileiras ainda estão atrasadas, sobretudo as instituições públicas. Por isso, é tão importante trazer a inovação para dentro das prefeituras, oferecendo aos gestores municipais ferramentas e métodos inovadores em benefício dos cidadãos.
Por que a sua prefeitura deve aderir ao eixo Inovação do Cidade Empreendedora?
Quando pensamos na necessidade das cidades se reinventarem, pensamos em projetos que estimulem a inovação em todas as instâncias. O eixo Inovação do Cidade Empreendedora tem como objetivo estimular a criação de grupos que pensem em inovação com uma veia empreendedora. O projeto de fomento prevê a união do poder público, empresas, universidades e a sociedade civil para a implantação e o desenvolvimento de ações e projetos criativos e diferenciados que possam alcançar bons resultados. Essas iniciativas são capazes de atrair investimentos e negócios inovadores, além de formar talentos, desenvolver competências e atitudes, ampliar o conhecimento científico e tecnológico, impulsionando, enfim, o ecossistema de inovação da região e contribuindo para o desenvolvimento do município.
O poder público como indutor de ideias e iniciativas inovadoras
Ao tratar inovação como algo transversal, a prefeitura, com a ajuda do Sebrae, pode inovar em diversas áreas: saúde, educação, cultura, empreendedorismo. A inovação permite gerar riqueza e desenvolvimento ao município, além de abrir espaço para a participação popular. Com o eixo Inovação, o Sebrae também orienta a prefeitura a implementar ações, processos ou alterações no marco legal, com objetivo de reduzir a burocracia, otimizando o tempo de abertura e regularização dos empreendimentos. Além disso, a gestão municipal também pode adotar práticas inovadoras em processos internos, promovendo a celeridade de alguns serviços.
Exemplos de práticas inovadoras na gestão municipal
Pelo Brasil afora já encontramos prefeituras que mantêm um setor de inovação. Práticas inovadoras são percebidas principalmente na área de compras, com soluções desenvolvidas por startups. Muitos gestores vêm inovando também na comunicação e prestação de serviços à população. É o caso, por exemplo, da utilização do WhatsApp ou mesmo de aplicativos para facilitar o pagamento de impostos e agendamento de consultas em hospitais, postos e órgãos públicos.
A criação de uma moeda social, alternativa ao real, para fomentar a economia local e solidária também é uma forma de inovar que algumas prefeituras já vêm adotando para promover a inclusão das pessoas em situação de vulnerabilidade e o desenvolvimento econômico local.
Não podemos esquecer que utilizar recursos tecnológicos e até mesmo a inteligência artificial é importante na administração pública para modernizar processos e agilizar atendimentos, entre outros benefícios. No entanto, não podemos esquecer que o cidadão é o foco e que toda inovação deve estar a seu serviço!
Por tudo isso, conte com o apoio e a orientação do Sebrae. Nossa especialidade é fomentar a estimular a educação empreendedora e desenvolver o potencial econômico-social do município por meio da maturidade em ecossistemas de inovação. Ajudamos na inovação de arranjos locais, produtos, serviços e processos, incluindo sustentabilidade e tecnologia.
Cases de sucesso:
Gestores Públicos de Ponta Porã participam de oficina de inovação promovida pelo Sebrae/MS
Eixo de inovação do Cidade Empreendedora apoia o projeto “Aliança Frederico Inova Mais”
Dom Pedrito realiza pré-lançamento do eixo Inovação do Cidade Empreendedora
Sustentabilidade: Busca pelo equilíbrio entre preservação do meio ambiente e crescimento econômico
A ideia de sustentabilidade se fundamenta em três pilares básicos: o ambiental, o econômico e o social. O conceito de sustentabilidade começou a ser delineado na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em Estocolmo, na Suécia, em 1972. Desde então vem se aprofundando o debate global em torno da necessidade da busca pelo equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental.
As crises climáticas, resultantes do processo de aquecimento global provocado pelo aumento das emissões de carbono e pela elevação do “efeito estufa” na atmosfera são cada vez mais frequentes no planeta. E as sucessivas ocorrências de eventos climáticos extremos têm trazido consequências desastrosas: enormes prejuízos materiais; migrações em massa, com a expulsão de famílias de suas terras; desequilíbrio nos ecossistemas; elevação do nível dos oceanos, ameaçando zonas costeiras; surgimento de pandemias; alteração no regime de chuvas; quebras na produção agrícola, entre outros; provocando prejuízos à economia de municípios, estados e países pelo mundo afora. Tudo isso implica na necessidade urgente de transformar as cidades - onde residem a maior parte da população global -, em lugares resilientes, capazes de se adaptar às mudanças e aos efeitos das crises climáticas.
A atual conjuntura exige dos prefeitos uma agenda estratégica para adoção de medidas de prevenção e mitigação dos efeitos provocados pelo calor extremo ou o excesso de chuvas, como, por exemplo, garantir água, alimentos e energia para a população. Outras medidas que devem ser planejadas são: remoção dos moradores de áreas de risco para regiões seguras; implantação de alertas e sistemas de monitoramento de situações de risco, bem como estudos sobre os impactos do clima na economia do município.
É importante que haja um amplo planejamento. Para isso, você, gestor, deve alinhavar uma série de ações visando à uma economia de baixo carbono (baixos níveis de emissões de gases do efeito estufa). Isso implica na adoção de iniciativas junto à população - e com a participação de lideranças locais -, como reciclagem e destinação correta de resíduos; proteção de rios e mananciais; reflorestamento de áreas degradadas; política de redução progressiva de emissões de gases poluentes pelas indústrias; e, na área de mobilidade urbana, campanhas de estímulo ao uso de veículos não poluentes, como a bicicleta.
Adoção de práticas sustentáveis para não comprometer o bem-estar das gerações futuras
No Brasil, assim como em vários países, os indivíduos se preocupam cada vez mais com a adoção de um consumo consciente, buscando produtos e serviços de empresas que estejam alinhadas ao pilar do ESG (critérios que avaliam o desempenho ambiental, social e de governança de uma empresa ou organização). Pesquisa realizada pela Opinion Box (plataforma de pesquisa de mercado) revelou que pelo menos 82% dos brasileiros consideram a sustentabilidade um tema importante e 62% levam em consideração a postura da marca em relação ao meio ambiente no momento da compra. Além disso, 37% dos brasileiros já deixaram de consumir produtos de empresas que não se preocupam com a agenda da sustentabilidade.
O Sebrae, com o intuito de orientar pequenos empreendedores e gestores sobre a importância da adoção de práticas sustentáveis, criou o Centro Sebrae de Sustentabilidade, para compartilhar conhecimentos e estimular a sustentabilidade nos negócios e na administração pública.
Saiba mais aqui!
É importante que os gestores entendam que os princípios do ESG, de governança ambiental, social e corporativa, valem não só para os empresários mas também para o setor público.
Mas o que quer dizer, na prática, realizar uma gestão pública sustentável? Significa que todas as decisões tomadas pelo poder público devem priorizar a manutenção dos recursos e o melhor uso dos espaços. Tanto na área tributária quanto na administrativa, deve haver uma preocupação com regras e fiscalizações que cumpram as metas sustentáveis. Deve também promover ações sustentáveis nos setores de compras governamentais e gestão de resíduos, além da responsabilidade social corporativa e combate ao desperdício na máquina pública, com uso racional de papel e economia de energia, entre outras iniciativas, o que é feito, principalmente nos dias de hoje com o uso da tecnologia.
Você, gestor, precisa estar atento para implementar tudo isso! Neste processo, é fundamental incluir as micro e pequenas empresas, bem como os empreendedores individuais (MEI), a fim de garantir a transição para uma economia pós-carbono. Conte com o Sebrae nesta jornada. Junte-se à mudança! O Sebrae apoia os gestores na promoção da sustentabilidade junto aos pequenos negócios.
Por que a prefeitura deve aderir ao eixo Sustentabilidade do Cidade Empreendedora?
A missão do Sebrae, com o eixo Sustentabilidade do Cidade Empreendedora, é apresentar aos gestores do município as boas práticas das iniciativas de inovação e sustentabilidade, fortalecendo a rede de gestores e agentes de desenvolvimento com o intuito de impulsionar um conjunto de políticas públicas que tragam benefícios à população e aos empreendedores locais. Mostramos que o desenvolvimento econômico deve ser estruturado no viés sustentável, social e de governança pública. Essa tríade deve ser a base central para se alcançar o desenvolvimento econômico de forma integrada.
O que a gestão municipal pode fazer pela Sustentabilidade?
- Implementar o Plano Municipal de Resíduos Sólidos, dando uma destinação correta para os resíduos produzidos no município, eliminando ou evitando a presença de lixões a céu aberto;
- Promover campanhas e atividades de conscientização nas escolas sobre a importância da sustentabilidade;
- Conceder incentivo fiscal para moradores e empreendedores que utilizam fontes de energia renovável em suas casas ou empresas;
- Criar o Plano Municipal de Resiliência Climática – com a instalação de sistemas inteligentes de monitoramento e alerta -, para o enfrentamento de eventos climáticos extremos, como enchentes e queimadas;
- Implantar um programa para remoção de moradores das áreas de risco de enchente, deslizamento de encostas, incêndios florestais e outros tipos de desastres ambientais;
- Elaborar programas de reflorestamento de áreas degradadas e de conservação de parques e áreas florestais remanescentes, além de proteger as áreas de nascentes e matas ciliares;
- Substituir a frota de veículos da prefeitura por veículos não poluentes, promover mudanças no sistema de transporte coletivo, criar ciclovias pela cidade e estimular a redução do uso de carros particulares;
- Estimular investimentos em geração distribuída de energia limpa (a energia é produzida próximo de onde é consumida). Fontes de energia distribuída, como a solar e a eólica, têm baixo ou nenhum impacto ambiental.
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Como emitir e pagar a guia DAS-MEI
A principal obrigação do MEI é pagar a “mensalidade” do MEI todos os meses, no dia 20. É muito importante esse pagamento, pois é através dele que você terá acesso aos seus benefícios previdenciários. Às vezes, nos deparamos com uma pessoa MEI que diz coisas assim: “ah... eu não paguei porque não tive tempo de ir na Sala do Empreendedor ou no Sebrae para emitir minha guia e eu não sabia como fazer isso”. Pois neste artigo vamos mostrar como é simples emitir a guia DAS-MEI. Inicialmente precisamos dizer que o MEI tem muitas opções para realizar a quitação das suas parcelas mensais. Aquela que consideramos a melhor opção é o débito automático. O MEI só precisa autorizar uma vez, e o débito ocorre automaticamente todos os meses, bastando controlar para garantir que tenha saldo suficiente no dia 20 de cada mês. Para isso, o microempreendedor precisa ter conta em nome do MEI ou mesmo de sua pessoa física (conta de terceiros não é aceita) em um dos bancos conveniados: 001 - Banco do Brasil S/A003 - Banco da Amazônia S/A004 - Banco do Nordeste do Brasil S/A021 - Banco Banestes S/A033 - Banco Santander (Brasil) S/A041 - Banco do Estado do Rio Grande do Sul S/A047 - Banco do Estado de Sergipe S/A070 - Banco de Brasília S/A104 - Caixa Econômica Federal237 - Banco Bradesco S/A341 - Itaú Unibanco S/A389 - Banco Mercantil do Brasil S/A748 - Banco Cooperativo Sicredi S/A756 - Banco Cooperativo do Brasil S/A Como esta lista é dinâmica e a qualquer momento pode ocorrer a inclusão de novos bancos, ou até a exclusão de algum, sugerimos a consulta quando tiver o interesse. Essa opção é formalizada no Portal do Simples Nacional, sendo necessário que o MEI tenha cadastrado o seu código de acesso. Outra opção é efetuar o pagamento on-line das guias DAS-MEI. Neste caso, precisa ter uma conta pessoa física ou jurídica no Banco do Brasil e, no dia em que desejar pagar, acessar o Portal do Empreendedor e escolher a opção pagamento on-line. Finalmente, temos a opção de gerar a guia DAS-MEI tanto pelo Portal do Empreendedor como pelo app MEI, da Receita Federal, ou pelo app Meu Sebrae, disponibilizado pelo Sebrae. Após gerar a guia DAS-MEI, você poderá escolher a forma de efetuar o pagamento conforme as opções descritas abaixo: Imprimir a DAS-MEI, se dirigir a uma lotérica ou agência bancária e realizar o pagamento; Utilizar o QR Code gerado e realizar o pagamento pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco por meio de Pix; Utilizar o código de barras e pagar pelo internet banking ou pelo aplicativo do seu banco. Abaixo descrevemos algumas opções para você gerar/emitir a sua guia DAS-MEI. Passo a passo fácil pelo app Meu Sebrae Primeiro, você deve entrar na sua loja de aplicativos, App Store ou Play Store, e baixar o app Meu Sebrae. Com o app aberto, clique em criar conta; depois informe o seu CPF, seu nome, seu e-mail e sua data de nascimento. Para finalizar, escolha uma senha para acessar o aplicativo. Digite a senha mais uma vez para confirmar. Pronto, você estará cadastrado. Agora, na tela inicial do aplicativo, você deve clicar em “Serviços” e depois em “Serviços MEI”; em seguida, clique em “Pagamento de Contribuição Mensal” e em “Boleto de Pagamento”; em seguida, clique na opção “Cadastrar nova empresa” e, finalmente, informe o seu CNPJ. Agora é só escolher o ano da contribuição e o mês vigente e baixar o boleto da DAS. De forma simples e rápida, você gerou a guia DAS-MEI. Agora é só salvar e escolher a maneira que mais lhe convier para efetuar o pagamento: pelo QR Code com Pix; imprimir o boleto e ir a uma lotérica ou agência bancária para pagar; com o código de barras, pagar pelo internet banking ou app de seu banco. Passo a passo pelo app MEI da Receita Federal Na loja de aplicativos, App Store ou Play Store, baixe o app MEI. Na tela inicial do aplicativo, inserir o CNPJ, escolher a opção “Emitir DAS”; selecionar o ano e o mês para o qual você quer emitir a guia DAS; ela estará disponível e tem opção de exibir/salvar/compartilhar ou copiar o QR Code para pagar por meio de Pix. Passo a passo para emissão da guia DAS-MEI pelo Portal do Empreendedor Entre no Portal do Empreendedor na plataforma gov.br; Clique na guia “Já Sou MEI”; Depois em “Pagamento da Contribuição Mensal (DAS)”; Em seguida em “Boleto de Pagamento”; Preencha o CNPJ da sua empresa e clique em continuar; Clique em “Emitir Guia de Pagamento (DAS)”; Em “Informe o Ano-Calendário”, selecione o ano e clique em “OK”; Selecione o(s) mês(es) do ano que você deseja gerar o(s) boleto(s); Informe a data em que você deseja pagar o boleto e clique em “Apurar/Gerar DAS” (se for antes do vencimento ou se estiver vencido e deseja pagar no próprio dia da emissão não precisa preencher); Aparecerá na tela a mensagem “Os documentos DAS foram gerados com sucesso!” Clique em “Imprimir/Visualizar PDF”; Após a visualização, você pode imprimir, salvar ou compartilhar a guia DAS ou pagar conforme uma das modalidades já explicadas acima. Qualquer uma das formas descritas é segura e garante ao MEI estar com a sua obrigação em dia. Importante! O Sebrae está sempre disponível para ajudar o MEI e os micro e pequenos empreendedores em geral em todas essas etapas com consultorias e cursos on-line ou presenciais, muitos deles de forma gratuita. O empreendedor pode esclarecer dúvidas, buscar ideias e se qualificar em qualquer área que precise procurando cursos e consultores do Sebrae. É só acessar www.sebrae.com.br. Saiba mais: Portal do Sebrae: Cursos gratuitos on-line: O que você quer aprender hoje? Veja o que você precisa saber antes de virar MEI e quais são as principais obrigações do MEI após a formalização. Portal do Empreendedor: Pagamento da Contribuição Mensal (DAS); Emissão da Guia DAS-MEI. FONTES:1. Atenção ao novo valor de contribuição do MEI!2. MEI terá novo valor de contribuição3. Como emitir a guia DAS em menos de 1 minuto4. O que acontece se você formalizar seu MEI e não pagar mensalmente as guias do DAS?
Sat Mar 28 00:01:32 BRT 2026
10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mês
Empreender também envolve correr riscos, por isso é fundamental, antes de abrir um negócio, estar atento aos setores mais rentáveis. Existem diversos negócios lucrativos por aí. E, para te ajudar a encontrar o ramo ideal para investir, separamos dez ideias de empreendimentos com renda acima de R$ 4 mil. Confira a seguir. Montador de móveis O serviço de montagem de mobiliário é um negócio que possui demanda em diversos locais. Eles podem ser contratados por meio de proprietários de residências ou estabelecimentos comerciais, ou de seus representantes. Para prestar esse serviço, é preciso investir em ferramentas específicas. Renda média: R$ 6 mil. Acesse o PDF dessa ideia Designer de sobrancelhas O ramo da beleza apresenta-se crescente no Brasil. Nesse negócio, os profissionais cumprem a função de desenhar as sobrancelhas de seus clientes de forma a harmonizá-las perfeitamente ao formato do rosto. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Locutor Utilizar a voz como uma forma de empreender é possível. Basta utilizá-la para interpretar e anunciar falas em diferentes veículos de mídia, como redes sociais, podcasts e anúncios publicitários. Renda média: R$ 6 mil. Acesse o PDF dessa ideia Passeador de cães Este profissional oferece passeios regulares que promovem o bem-estar dos cães, atendendo à demanda crescente de tutores com rotinas agitadas. A atividade requer responsabilidade, empatia com os pets e conhecimentos básicos sobre comportamento animal. Com baixo investimento inicial, é possível conquistar clientes fiéis e crescer no mercado pet. Renda média: R$ 4 mil. Acesse o PDF dessa ideia Designer gráfico Este profissional está habilitado para desenvolver projetos gráficos de comunicação visual, como panfletos, cartões de visita, artes para redes sociais e outros produtos. Renda média: R$ 7 mil. Acesse o PDF dessa ideia Agente funerário Diariamente, muitas pessoas vão a óbito, e cabe a este profissional remover e preparar os corpos, organizar urnas, ornamentar salas de velório, conduzir o sepultamento e acompanhar os registros de atestados de óbito e demais documentos necessários. Renda média: R$ 10 mil. Acesse o PDF dessa ideia Guardador de móveis Muita gente viaja por um tempo estipulado e não sabe exatamente o que fazer com os seus móveis. É aí que surge o guardador de móveis. Nesse ramo de negócio, o cliente paga uma taxa para que seus pertences fiquem armazenados em um local seguro, por um período determinado. Isso promove praticidade e segurança para quem busca esse serviço. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Churrasqueiro O churrasqueiro independente transforma paixão em profissão, cuidando de cada detalhe do churrasco, do preparo das carnes à apresentação. No Brasil, onde o churrasco é tradição e celebração, essa profissão tem alta demanda e oferece excelente potencial de crescimento, flexibilidade e rentabilidade. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Antenista Esse profissional presta serviço de manutenção em antenas, decodificadores e aparelhos eletrônicos. Configurações ou instalações desses aparelhos de som ou TV também estão entre as atividades mais comuns. Renda média: R$ 5 mil. Acesse o PDF dessa ideia Comerciante de cosméticos e artigos de perfumaria Um comerciante de cosméticos e artigos de perfumaria trabalha vendendo itens direcionados ao bem-estar e à higiene pessoal, como perfumes, colônias e desodorantes. Renda média: R$ 4 mil. Acesse o PDF dessa ideia Clique e conheça mais de 100 ideias de negócios para o MEI
Sat Mar 28 00:01:26 BRT 2026
Tendências de consumo 2026: caminhos para pequenos negócios
O consumo em 2026 será marcado por escolhas mais conscientes, relações mais humanas e uma expectativa crescente de coerência entre discurso e prática das marcas. Depois de um período de instabilidade econômica, excesso de estímulos digitais e transformações sociais profundas, o consumidor passou a valorizar aquilo que faz sentido para sua vida real: produtos úteis, experiências acolhedoras e empresas transparentes. Mais do que seguir modismos, as pessoas estão aprendendo a consumir com intenção. Isso impacta diretamente os pequenos negócios, que passam a ter uma vantagem competitiva importante: proximidade, flexibilidade e capacidade de criar vínculos reais com seus clientes. Neste artigo, você vai entender as principais tendências de consumo para 2026, como elas afetam micro e pequenas empresas e de que forma aplicá-las de maneira prática no seu negócio. Foco no ser humano e no comportamento real do consumidor Em 2026, o centro das decisões de consumo deixa de ser o produto isolado e passa a ser a pessoa. Estilos de vida diversos, novos arranjos familiares, envelhecimento da população e busca por bem-estar emocional exigem que empresas criem soluções mais inclusivas, acessíveis e conectadas à realidade do cliente. O consumidor quer se sentir visto, compreendido e respeitado. Isso inclui desde a forma como o produto é desenhado até a experiência de atendimento. Como aplicar no seu negócio: Crie produtos e serviços pensados para diferentes fases da vida, não apenas para faixas etárias. Ouça seus clientes e envolva-os no desenvolvimento de soluções (co-criação). Priorize acessibilidade: linguagem clara, embalagens fáceis de entender e atendimento empático. Valorize histórias reais, cultura local e saberes tradicionais como diferencial competitivo. Confiança, transparência e pertencimento como ativos estratégicos A confiança se tornou um dos principais critérios de escolha do consumidor. Marcas que escondem processos, exageram promessas ou praticam incoerências perdem espaço rapidamente. Em contrapartida, pequenos negócios que mostram quem são, como produzem e qual impacto geram criam relações mais duradouras. Transparência deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Boas práticas para fortalecer a confiança: Seja claro sobre preços, origem dos produtos e fornecedores. Mostre os bastidores do negócio e as pessoas envolvidas no processo. Comunique valores com ações concretas, não apenas discursos. Invista em atendimento acolhedor e consistente em todos os canais. Use avaliações, depoimentos e prova social para reforçar credibilidade. Inteligência artificial com ética e humanização A inteligência artificial se consolida em 2026 como uma aliada dos pequenos negócios — desde que usada de forma ética, simples e transparente. O foco não está em substituir pessoas, mas em automatizar tarefas repetitivas e ampliar a capacidade humana. Ferramentas de IA tornam possível personalizar atendimentos, prever demandas, criar conteúdos e organizar processos com baixo custo. Como usar IA de forma estratégica: Automatize tarefas administrativas para ganhar tempo e eficiência. Use a IA como assistente criativo para textos, ideias e protótipos. Seja transparente sobre o uso de dados e tecnologia. Combine automação com atendimento humano sempre que necessário. Monitore resultados reais e feedbacks dos clientes. Sustentabilidade prática e novas formas de produzir O consumidor de 2026 está mais atento ao impacto ambiental das marcas, mas rejeita discursos vazios. Sustentabilidade precisa ser prática, viável e integrada ao modelo de negócio. Crescem iniciativas ligadas à bioeconomia, reaproveitamento de resíduos, biomateriais e economia circular. Pequenas empresas têm espaço para inovar localmente, reduzindo desperdícios e criando novos fluxos de receita. Ações possíveis para pequenos negócios: Reduza desperdícios e reaproveite materiais sempre que possível. Priorize fornecedores locais e cadeias curtas de produção. Invista em embalagens biodegradáveis ou reutilizáveis. Crie modelos de refil, reparo, recompra ou reutilização. Comunique de forma clara o impacto ambiental real do negócio. Do descartável ao durável: menos excesso, mais valor A lógica do consumo está mudando: menos quantidade, mais qualidade. Produtos duráveis, multifuncionais e com vida útil prolongada ganham espaço, assim como serviços de manutenção, reparo e pós-venda. Essa tendência fortalece pequenos negócios que apostam em qualidade, relacionamento e fidelização, em vez de volume. Como se adaptar: Desenvolva produtos com maior durabilidade ou múltiplos usos. Ofereça serviços de manutenção, ajuste ou personalização. Crie programas de fidelidade ligados à sustentabilidade. Eduque o cliente sobre uso consciente e descarte correto. Bem-estar, sensorialidade e experiências memoráveis Em um mundo acelerado e hiperconectado, o consumo também se transforma em busca por conforto emocional, prazer e pequenas pausas na rotina. Experiências que despertam os sentidos e criam memórias positivas ganham relevância. Pequenos gestos, ambientes acolhedores e experiências sensoriais simples podem gerar grande valor percebido. Ideias para aplicar: Use aromas, texturas, cores e sons para criar identidade. Crie experiências personalizadas e momentos de surpresa. Associe seus produtos a bem-estar, autocuidado e celebrações do dia a dia. Valorize o contato humano e a experiência presencial. Preparar-se para 2026 é agir agora As tendências de consumo para 2026 mostram que crescer não significa apenas vender mais, mas vender melhor, com propósito, clareza e conexão humana. Pequenos negócios que conseguirem integrar inovação, ética, sustentabilidade e empatia estarão mais preparados para um mercado em constante transformação. Ler os sinais de mudança e agir de forma estratégica é o que diferencia empresas que apenas sobrevivem daquelas que constroem relevância e longevidade. Quer adaptar seu negócio às tendências de consumo de 2026? Acesse aqui o Ebook "Guia de tendências que moldarão o consumo em 2026" e prepare-se para 2026.
Sat Mar 28 00:01:16 BRT 2026
10 ideias de como ganhar dinheiro na internet sem sair de casa
São muitas as oportunidades que o mercado disponibiliza para quem deseja abrir um negócio. Com o avanço da tecnologia, uma janela de possibilidades se abriu para os profissionais que procuram a sua independência financeira trabalhando remotamente. Neste artigo, você vai conhecer 10 alternativas para empreender e começar a entender como ganhar dinheiro na internet sem precisar sair de casa. 1. Ganhe dinheiro como afiliado digital Pode ser que você nunca tenha ouvido falar nesse termo, mas provavelmente você já entrou em contato com um desses profissionais em compras realizadas via internet. Primeiramente, trataremos do afiliado digital, profissional que comercializa produtos em determinado site e é remunerado com uma comissão por cada venda realizada. Sim, muitas empresas disponibilizam suas plataformas para que pessoas se cadastrem como vendedores on-line. Em alguns deles, é possível tirar uma comissão de até 20%! Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae no ano de 2021, considerando uma disponibilidade mensal de 120 horas, o potencial de renda média mensal é de R$ 2.400,00. Para esse tipo de trabalho, deve-se escolher os modelos com o quais você gostaria de trabalhar a divulgação: blogs, loja virtual, redes sociais. Uma dica para a escolha é pensar nas plataformas que você teria maiores facilidades em fazer o trabalho de vendas. Em seguida, busque pelos melhores programas de afiliados para os modelos escolhidos.Criar uma estratégia de marketing digital e colocá-la em prática será o foco do seu trabalho. Para ter sucesso é fundamental gerar tráfego para o seu site, use e abuse de SEO, redes sociais, e-mail marketing e muita, muita técnica. E então? Achou interessante? Antes de iniciar, pesquise bastante. O Sebrae preparou um conteúdo para de ajudar a começar a ganhar dinheiro na internet e se formalizar. 2. Ganhe dinheiro em casa como infoprodutor Já pensou em ganhar dinheiro online compartilhando o seu conhecimento com o mundo? Os infoprodutos se destacam pelo seu caráter facilitador, despertando automaticamente a simpatia do usuário, que enxerga neles uma solução prática para a sua necessidade de adquirir informações com simplicidade. Aomesmo tempo, em termos de venda, os infoprodutos são fáceis de comercializar pela sua adaptabilidade. Assim, é possível adequá-los a diversos tipos de negócio, garantindo a máxima de não colocar todos os ovos da sua empresa em um mesmo cesto. Produtos digitais como e-books estão em alta e são uma ótima oportunidade para quem deseja empreender. Isso porque você só precisa produzi-los uma única vez e pode vender quantas vezes quiser. Livros de receitas? Aulas de música? Dicas de marketing? São infinitas as possibilidades. Pense em algo no qual você é muito bom e invista nisso! Os formatos possíveis para a produção do conteúdo são diversos: e-books, e-magazines, vídeo aulas, audiobooks, podcasts e webnars. Essas são algumas das alternativas para produzir conteúdo sem sair de casa e comercializá-los e ganhar dinheiro na internet. Ficou interessado? Saiba mais sobre infoprodutos nessa cartilha preparada pelo Sebrae. Decidiu começar a produzir e comercializar? Veja como estar em dia com a receita federal ao produzir os conteúdos digitais. 3. Venda cursos on-line sem sair de casa Nosso terceiro tópico trata da venda de cursos online. Esse trabalho é semelhante ao do infoprodutor, pois você também empreende produzindo cursos pela internet. Além do e-book, você oferece cursos on-line voltados para o público interessado no assunto que você domina. É possível, inclusive, vender os dois produtos em conjunto e aumentar o seu faturamento. Uma outra possibilidade interessante é lançar cursos para outros profissionais interessados nesse mercado. 4. Monte uma revendedora e ganhe dinheiro na internet A revenda de produtos não é novidade para ninguém. Todo mundo conhece alguém que trabalha com isso, não é mesmo? Mas hoje em dia essa atividade está se transformando. Isso porque a quantidade de empresas que permitem que isso seja feito de forma totalmente on-line vem crescendo a cada dia. Nos últimos anos, o mercado se expandiu e, agora, vai muito além do comércio porta a porta. Grandes marcas de chocolate, beleza e perfumes procuram pessoas interessadas em negociar mercadorias de modo totalmente virtual. Revender produtos online é uma excelente maneira de montar uma loja virtual e começar a ganhar dinheiro na internet. Além disso, em geral não é necessário investimento financeiro para começar um negócio desse tipo. E aí? Essa opção é para você? Pensando nisso, o Sebrae oferece um curso gratuito te ajudar a montar sua primeira loja virtual. Não perca a oportunidade! 5. Agente de viagem Se você gosta de trabalhar com turismo, essa pode ser uma boa fonte de renda! Você sabia que algumas empresas do setor contratam profissionais para vender seus pacotes on-line? Isso mesmo! A maioria delas oferece um curso básico e um modelo de franquia para quem deseja trabalhar por conta própria, e de casa. Por meio da internet, você capta clientes e recebe uma comissão por cada pacote fechado. 6. Importação Já pensou em lucrar até 300% em um produto? Conhecido como dropshipping, o meio de comercialização de itens importados que tem atraído o interesse de muitas pessoas. Isso porque além da margem de lucro alta, o lojista não precisa de estoque para começar a trabalhar. E como funciona? O profissional atua como intermediário entre o cliente e o fornecedor. A partir de uma conta criada no site da empresa, você começa a vender os produtos sem se preocupar com o estoque nem com a entrega final, pois essas são responsabilidades do fornecedor. É uma ótima alternativa para quem deseja empreender, mas ainda não tem capital para investir. 7. Pesquisas on-line Quanto vale a sua opinião? Essa pergunta pode parecer estranha, mas muitas plataformas de pesquisas on-line pagam as pessoas por suas participações. As empresas contratam esse serviço para saber a opinião do público sobre novos produtos, ou sobre como melhorar aqueles que já estão no mercado. 8. Cuidado com pets Você gosta tanto de animais que até toparia cuidar dos pets de outras pessoas? A procura por esses profissionais tem crescido e aberto uma boa oportunidade para se fazer dinheiro. Atualmente, alguns aplicativos conectam os donos de cachorros a pessoas que possam passear com eles ou mesmo hospedá-los por algum período. Os passeios chegam a custar cerca de R$ 45, enquanto as hospedagens variam entre R$ 20 e R$ 200. 9. Monte um delivery de comida Se as suas habilidades estão relacionadas à culinária, essa é a sua chance de transformar a sua cozinha em um restaurante! Você pode cadastrar o seu negócio em aplicativos de delivery e selecionar a opção de plano com entregador. Assim, você não precisa se preocupar com os custos de entrega ou com a criação de uma loja virtual própria. 10. Serviços e soluções digitais Como não poderia ser diferente, trabalhar com soluções digitais é perfeitamente possível de ser feito de casa. Isso porque, como visto acima, área de tecnologia está em alta e a demanda por mão de obra qualificada não para de crescer. Se a sua especialidade é relacionada à área, essa é uma ótima alternativa para empreender. Alguns exemplos de serviços são: desenvolvimento de sites, criação de softwares e aplicativos e web design. Até mesmo alguns serviços de suporte de informática podem ser realizados de modo virtual. Por fim, sabemos que empreender demanda tempo, conhecimento e persistência. Como vimos aqui, são muitas as oportunidades e diversos os ramos em que você pode atuar de casa e sem precisar de um grande investimento financeiro para começar. Descubra outras ideias e dicas que podem te interessar10 ideias de negócios para ganhar mais de 4 mil reais por mêsAcesse todas as Ideias de Negócios do Sebrae
Sat Mar 28 00:00:43 BRT 2026
Brasil tem quase 15 milhões de microempreendedores individuais
O que é MEI? A categoria de empresas classificadas como Microempreendedor Individual (MEI), foi criada em 2008 e instituída pela Lei Complementar nº 128/2008 que alterou a LC 123/2006. Conhecida como “Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, também pode ser chamada de “Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte”. Esta modalidade de empresa foi criada para tirar da informalidade muitas categorias de profissionais autônomos que não tinham acesso a diversos benefícios, especialmente os previdenciários, em virtude do alto custo que teriam que arcar ao se cadastrarem como contribuintes individuais no INSS e terem que pagar os Alvarás de Autônomos no município. Hoje, estes trabalhadores possuem diretos à aposentadoria por idade e por invalidez, Auxílio doença, Salário Maternidade, Auxílio reclusão e pensão por morte contribuindo com apenas 5% do salário mínimo. Além disso, passaram a poder emitir notas fiscais, tiveram o direito de usufruir das vantagens oferecidas antes somente às empresas de maior porte. Tiveram o direito, e inclusive privilégios, para participar de licitações, vendendo para o setor público e acesso a linhas especiais de crédito em toda a rede de instituições financeiras oficiais e privadas, podendo adquirir equipamentos/ferramentas, insumos em geral e até veículos para trabalhar com financiamento e condições facilitadas. Esse grupo de trabalhadores encontrou no MEI uma maneira de formalizar e facilitar seus empreendimentos, que muitas vezes podem ser realizados dentro da própria casa, através de um computador ou notebook, na cozinha fazendo doces, ou fazendo artesanatos, por exemplo. Desde então, a formalização como MEI vem sendo ano a ano o tipo de empresa com maior quantidade de novos negócios do Brasil. Isso mostra o acerto da decisão governamental em oferecer esse modelo de empresa, que hoje congrega não somente os profissionais autônomos, como pedreiro, carpinteiro, cabeleireiro, manicure, jardineiro, diarista, mas também muitos pequenos comerciantes, mercearias, barzinhos, ambulantes de alimentação e muitas outras categorias de pequenos empreendedores. Todos os anos temos novas atividades que passam a também poder usufruir destas vantagens. Só para citar algumas, nos últimos anos, caminhoneiros, motoristas de aplicativos e pequenos produtores rurais podem se cadastrar como MEI. Atualmente, quase 500 atividades estão com acesso a esta categoria. Quantos Microempreendedores Individuais existem no Brasil?Os Microempreendedores Individuais (MEIs) compõem a maior parte das empresas brasileiras. Segundo dados do Ministério da Economia, o número total de CNPJ ativos no Brasil era de 20.191.920 no final de 2022.Destes, 14.820.414 estavam cadastrados como MEI, ou seja, 73,4 % do total de empresas formais do país. São quase 15 milhões de Microempreendedores Individuais formalizados. Ao final de 2019, ou seja, mais de 10 anos após a entrada em vigor, a quantidade de MEIs era de menos de 9,5 milhões. Nestes últimos 3 anos foram aproximadamente 5,4 milhões de novos MEIs. A crise da pandemia, com a recessão da economia global, gerando o aumento do desemprego sem dúvida foi um alavancador para o crescimento. Muitos por necessidade, viram também a oportunidade de realizar o sonho do seu próprio negócio. Em 2020, foram 1,9 milhão, em 2021, quase 2 milhões e em 2022 mais 1.5 milhão de novas formalizações como MEI. Para saber mais, acesse: Site da Receita Federal/Portal do Empreendedor: Relatórios Estatísticos; Site da Receita Federal/Painéis do Mapa de Empresas: Mapa de Empresas
Wed Mar 25 14:20:22 BRT 2026
5 dicas para bombar suas vendas na Páscoa
A Páscoa é a época mais doce de todas, isso todo mundo já sabe. Junto com as festas de fim de ano, é a data que mais movimenta as micro e pequenas empresas que têm como produto principal o chocolate. A Páscoa apresenta inúmeras oportunidades para criar campanhas, propagar a marca e alavancar negócios durante as celebrações. No entanto, como se destacar no meio de tantas ofertas? É preciso focar produtos pouco atendidos pela indústria tradicional. Explore ingredientes selecionados e diferenciados. Por exemplo, além do tradicional ovo de chocolate, os de colher, bombons de licor, trufas, colombas, brownies e cupcakes são alguns dos produtos artesanais que se destacam em relação aos vendidos em grandes mercados. Preparamos cinco dicas que vão te ajudar a bombar durante as comemorações de Páscoa e que podem ser uma boa ideia para campanhas durante todo o ano. 1. Pense fora da caixinha Pode parecer estranho, mas não é só de doce que vive um negócio durante a Páscoa. Procure também inovar na forma de apresentar o produto. Invista em embalagens, laços, colheres de boa qualidade, tags personalizadas. Chamar a atenção do cliente é importante e estratégico. Aproveite também o poder das redes sociais para divulgar suas criações e novidades. Você pode usar o Instagram para postar fotos dos seus produtos, divulgar preços ou até mesmo apostar em promoções para os seus clientes. O Facebook pode ser uma ótima ferramenta para divulgar vídeos promocionais do seu negócio, mostrando seu processo de criação e opções de produtos disponíveis. O WhatsApp Business vai ajudar com as encomendas. O Facebook Messenger também. Ele pode ficar conectado ao seu perfil comercial nesse canal. 2. Aposte na customização Lembre-se de que cada cliente é único. Um grande diferencial dos doces artesanais é a possibilidade de customização com opção de encomendas personalizadas. Dar ao cliente possibilidades de escolha e de combinação de sabores e produtos é uma solução que oferece mais autonomia a ele e que pode atender a um público maior. Lembre-se de que alguns clientes estão em busca de verdadeiros presentes em forma de doce. Outros procuram pequenas lembrancinhas. Por isso, é muito importante conhecer o seu público-alvo e apresentar propostas diferenciadas para os principais perfis de consumo. 3. Explore também novos nichos de mercado Vivemos um momento em que cada vez mais pessoas estão preocupadas em manter uma alimentação saudável. Oferecer uma linha fitness pode ser uma aposta de sucesso. O público que frequenta academias e tem uma dieta regrada faz com que alternativas menos calóricas sejam pensadas. Os doces feitos com o Whey Protein e com menor adição de açúcar são uma excelente opção de negócio visando a quem segue uma dieta alta em proteínas e baixa em calorias. 4. Conquiste pelo recheio Investir na diversificação de sabores é uma opção de negócio altamente válida para os mais diversos produtos especiais de Páscoa. Aposte em um leque de opções que envolva recheios tradicionais, frutas e também sabores regionais. Dessa forma, a sua empresa valoriza os gostos do cliente e aproveita vantagens características que a sua região oferece. 5. Ofereça brindes ou mimos Faça um cálculo levando em consideração o valor médio gasto pelos clientes. Avalie a possibilidade de oferecer brindes durante o período que antecede a data. Itens de papelaria como cartões ou marcadores de livro ou mesmo entregas em domicílio sem custos são diferenciais para atrair e fidelizar seus clientes. Não se esqueça de que existem diferentes possibilidades para pagamento em cartão, como crédito e débito. Portanto, vale a pena investir e pesquisar sobre as opções e escolher alguma que se encaixe melhor no seu negócio.
Sat Mar 21 00:01:51 BRT 2026
Oficinas de empreendedorismo para o ensino técnico e superior
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Fri Mar 13 14:19:36 BRT 2026
Atitudes Empreendedoras e Tipos de Empreendedorismo
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Fri Mar 13 14:19:36 BRT 2026
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Fri Mar 13 14:19:36 BRT 2026
Apicultura no semiárido: oportunidade de negócio sustentável
O Nordeste apresenta um dos maiores biomas para produção de mel do mundo: o semiárido. O agreste e a Zona da Mata da nordestina – faixa de mata atlântica situada à beira do litoral nordestino –, também são regiões que apesar de serem pouco faladas, possuem alto potencial na produção de pólen e própolis vermelho. A atividade comercial realizada a partir da criação de abelhas chama-se apicultura, um ramo da zootecnia que tem sido uma grande fonte de renda no sertão brasileiro. Por meio desta técnica, é possível extrair produtos como pólen, mel, própolis, geleia real e outros. Propriedades do mel O mel é um produto natural muito nutritivo e com diversos benefícios à saúde. A composição do mel é rica em antioxidantes – substâncias que têm a capacidade de proteger as células contra várias doenças como câncer, Alzheimer e doenças crônicas. O composto também regula os níveis de colesterol e triglicerídeos, o que colabora com a diminuição do risco em contrair doenças cardíacas. Além disso, o mel é indicado para aliviar os sintomas gripais, como tosse, dor de garganta e inflamações. Negócios A criação de abelhas é uma atividade que contribui muito para a preservação de ecossistemas. A presença das abelhas é fundamental para a biodiversidade de um ambiente por causa da polinização. A polinização é o transporte do grão de pólen de uma flor para a sua parte reprodutiva. Esse serviço ambiental das abelhas é responsável pela regeneração de florestas, manutenção da biodiversidade e garantia da produção de muitos alimentos da terra que são de consumo humano. Para o apicultor, o setor da agro apicultura pode oferecer benefícios como: Variedade nas formas de empreender – polinização de ecossistemas, comercialização de produtos, entre outros; Dispensa uma propriedade de terra – a área para instalação de apiário pode ser bem pequena; Produz diversos produtos – mel, pólen, própolis, cera, entre outros; Geração de empregos e fonte de renda no campo – como é um negócio lucrativo, para os apicultores pode ser uma grande oportunidade de renda. Calendários apícolas No Nordeste, existem cerca de nove calendários apícolas, com datas distintas e situações climáticas que se diferem. Para o desenvolvimento da apicultura, segundo o Mestre e Doutor em Apicultura, Afonso Odério, existem dois grandes momentos do ano: a chuva e a seca. A chuva é como se fosse um ponto de partida para a vegetação e a abertura de botões de flores, quando o apicultor deve trabalhar com foco no aumento da produção. Faz parte do processo de seleção natural que na seca o apicultor perca até 20% dos enxames. Bioma nordestino Um dos pontos que caracteriza o Nordeste como bioma de maior potencial de produção de mel do mundo são as suas características específicas. Entre elas, está o fato de a vegetação ser baixa, diferente da Mata Atlântica, por exemplo. Quando a vegetação é mais densa, ela requer mais condições climáticas chuvosas. Logo, o bioma nordestino é definido como vegetação rasteira, fauna e flora que se adaptam ao período de estiagem, diversidade de plantas nativas e espécies que soltam flores. O Sebrae é um dos principais apoiadores do setor da Agro Apicultura no Nordeste, com polo de atuação no município de Petrolina, em Pernambuco. O mercado vasto e crescente de Petrolina na apicultura oferece uma série de mecanismos que favorecem o homem do campo. Quer conhecer mais sobre o tema? Assista o Seminário Uma Oportunidade de Negócio Sustentável, produzido pela equipe do Sebrae de Petrolina. Confira também a nossa cartilha completa sobre Apicultura e Sustentabilidade.
Mon Mar 09 13:45:48 BRT 2026
Posicionamento de marca: o que é e como fazer marketing de comunidade
Se você é um empreendedor e já percebeu que não é eficiente ter uma estratégia de marketing que foque apenas na venda do produto, parabéns! Você está no caminho certo, por onde muitas empresas decidiram trilhar nos últimos anos, investindo mais de R$ 45 bilhões, tudo para poderem aproximar-se ainda mais dos seus clientes, promovendo conexões emocionais e relacionamento de qualidade. É nesse sentido que atua o chamado marketing de comunidade, também conhecido como comunidade de marca, ou seja, de forma voluntária, ocorre o agrupamento de pessoas que desenvolvem relações afetivas com determinado produto ou serviço oferecido por uma marca. Os membros dessas comunidades de marca, unidos pela paixão pelo produto ou serviço que ela oferece, são identificados como brand lovers. Assim, a criação de uma comunidade representa a oferta de um canal para intensificar esse relacionamento direto com os clientes, aproximando ainda mais pessoas e marcas. Ter uma comunidade de marca é ter fãs, muito mais que consumidores. Isso porque clientes satisfeitos tornam-se defensores dela - eles não perdem um conteúdo ou lançamento, anúncio -, numa relação que envolve muitos outros aspectos, além dos comerciais. São esses consumidores que participam de comunidades de marca. Assim, quando o cliente se identifica com os valores da marca, ele encontra na comunidade uma sensação de pertencimento, estabelecendo conexões que o fidelizam. Veja a seguir algumas marcas que possuem comunidades. Starbucks: nesta comunidade, o espaço dos clientes está destinado não só para as conversas sobre o produto, mas também permite que os amantes de café deem ideias de novos produtos e recebam propostas por elas. Sephora: outro bom exemplo de marketing de comunidade é o da marca varejista Sephora, que criou Beauty Talk, um espaço para os consumidores falarem sobre os produtos da empresa, trocarem dicas e comunicarem-se como acharem melhor. Neste caso, a própria empresa está incentivando os clientes a se reunirem em um determinado local e a falarem sobre ela. O resultado disso é o grande número de menções feitas mensalmente à empresa nas redes sociais. Melissa: a marca Melissa também aderiu a essa tendência do marketing de comunidade e desenvolve ações de relação com o seu fã-clube desde 2016, incentivando a cocriação de eventos, participação em debates, encontros para troca de informações, além da apresentação antecipada da coleção e até mesmo para discussões de estratégias e desenvolvimento de produtos. Aproveitando o Mês do Consumidor, a marca lançou o "Dia da Melisseira", com a distribuição de 60 mil vouchers em todos os clubes da marca no Brasil. Raquel Scherer, gerente geral da Melissa, afirma que “é uma tarefa contínua entendermos como estreitar ainda mais a relação com esta comunidade tão grande que possui conexão verdadeira e longeva conosco”. Acompanhe, no infográfico a seguir, dicas para criar e manter a sua comunidade de marca. Busque mais informações no Sebrae pelo número 0800 570 0800.
Sat Feb 07 00:02:43 BRT 2026
Como fazer uma abordagem de vendas
Alguns vendedores acreditam que fechar uma venda se resume a oferecer um produto, vencer todas as objeções de maneira sistemática e guerreira e forçar a decisão de compra. Outros, acreditam que é preciso sufocar o cliente, repassando um monte de informações, mesmo que inúteis, e ainda há aqueles que entendem que nada supera uma boa lábia. É claro que existem vendas e vendas, em alguns casos o cliente está tão propenso a comprar, que ele praticamente já tomou a decisão, e é somente o vendedor falar poucas palavras e partir para o empurrãozinho final. Já, em outras situações, a questão é um pouco mais complexa, porque existem muitas incertezas, o cliente não tem a segurança de que aquela é a melhor compra, ou existem muitas barreiras, algumas estão apenas na mente do cliente e ele não se dispõe a falar de forma muito transparente sobre os motivos que afetam a sua decisão de comprar. Para isso, é necessário saber que o processo que vai proporcionar uma grande eficiência na condução da venda é chamado de abordagem. Ela é o primeiro contato do vendedor com o comprador. É tão importante, que palavras mal utilizadas, ou sem o mínimo de sensibilidade podem gerar uma barreira intransponível, por isso a importância de aplicar técnicas eficientes de abordagem do comprador. Outro aspecto a considerar no momento em que o vendedor entra em ação e faz o primeiro contato é compreender que a abordagem é um processo quase que totalmente emocional e, que além de falar, o vendedor precisa estar muito atento e observar profundamente as reações do cliente. É necessário compreender os sinais positivos ou negativos que este emite através das palavras, da linguagem corporal e especialmente dos olhos, “os espelhos da alma”. Logo, a primeira dica é “olho no olho”. Veja a seguir algumas dicas sobre como o vendedor deve agir ao iniciar o primeiro contato. Inicie o contato da forma mais agradável possível, sem transparecer artificialismo, às vezes até o sorriso pode parecer artificial. Lembre-se de que o outro lado é um ser humano, e não um objeto ou mesmo o valor de uma comissão. Por isso, é importante, se não souber, perguntar o nome da pessoa, a psicologia explica que o nosso nome é um fator muito importante da nossa identidade, por isso tratar as pessoas pelo nome é fundamental no processo de abordagem. Saiba o que falar. As pessoas são diferentes, por isso, tenha uma pequena lista de palavras para utilizar com pessoas diferentes, observe bastante as características do comprador, antes de fazer o primeiro contato. Pessoas falantes precisam que você as deixe falar, tímidos precisam ser estimulados, conservadoras exigem tratamento mais formal, pessoas mais simples precisam que você fale numa linguagem que eles possam entender, e não gostam de muitas informações e de coisas que não entendem, pessoas mais diretas não gostam de perder tempo com muitas explicações. A melhor forma de entender o jeito de iniciar o primeiro contato é, a cada vez que falar, observar as reações do comprador e, se perceber contrariedade ou outros sinais negativos, fazer a mesma fala de forma diferente. Inicie por uma pergunta, cuidando para não parecer agressivo, ou que é mais inteligente e perfeito que o comprador, pois às vezes os vendedores acreditam que os compradores são ignorantes ou idiotas. Por isso, cuidado ao formar uma opinião de cara, apenas observando o comprador, porque vai criar na sua mente uma imagem e você vai acreditar ser verdadeira, lembre-se de que nem sempre a primeira imagem é a real. Faça perguntas abertas. Uma pergunta aberta é aquela em que a resposta não poderá ser um sim ou um não, é aquela em que o cliente deverá falar um pouco mais. As perguntas que têm como resposta somente um sim ou não não iniciam, de fato, um diálogo e, quando isso acontecer, solicite do comprador mais informações, tipo “por que o senhor/senhora acha isso?” Saiba o que não falar. Evite palavras que possam gerar resistência por parte do comprador, especialmente as palavras que possuem negatividade como “o senhor foi enganado pela outra empresa”, ou palavras que podem soar como uma mentira para forçar a venda como promessas que jamais serão cumpridas, palavras que desmentem o que você falou antes ou mesmo palavras que podem passar intimidade como “querida”, “amor”, “minha flor”. O primeiro contato deve ter como objetivo criar um clima favorável para que a venda possa ser realizada numa atmosfera de confiança, respeito e abertura em que ambas as partes, comprador e vendedor, percebam que independentemente de a venda ocorrer nesse momento, outras oportunidades podem surgir. O comprador vai sempre se lembrar do vendedor que proporcionou a criação de um relacionamento longo e duradouro. Empreendedor, você pode desenvolver as suas habilidades de vendas por meio de conteúdos, cursos e ferramentas disponíveis no Portal Sebrae. Aproveite e faça a sua inscrição para os dois cursos EaD que preparamos para você: Como aumentar suas vendas e Como vender mais e melhor.