Sebrae em Sergipe

Na forma jurídica de Sociedade Civil de direito privado, sem fins lucrativos, o Centro de Apoio à Micro, Pequena e Média Empresa do Estado de Sergipe (Ceag em Sergipe) foi criado com o objetivo de executar a política de apoio às micro, pequenas e médias empresas. 

Inicialmente, o organo-funcional era composto pelo Conselho Deliberativo, formado por três membros do Governo Federal, três do Governo Estadual e três da iniciativa privada, além do Conselho Fiscal, Secretaria Executiva e Corpo Gerencial.

A equipe do antigo Ceag, composta por técnicos especializados e selecionados em diversos setores do estado, realizou um importante trabalho no campo da consultoria, cooperativismo, treinamento gerencial e pesquisas.

Sem uma fonte de receita bem definida, o Ceag buscava recursos por meio de convênios com o estado, Universidades, Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Banco do Estado de Sergipe (Banese) e serviços prestados a comunidade empresarial.

Com uma estrutura reduzida, porém eficiente, todas as metas previstas pelo Conselho eram atingidas a cada ano, melhorando as condições das comunidades, por meio da geração de emprego e do desenvolvimento dos pequenos negócios.

Em 12 de abril de 1990, atendendo reivindicação do próprio Sistema Cebrae, a Lei nº 8.029, autoriza o Poder Executivo a desvincular da Administração Pública Federal, o Centro Brasileiro de Apoio à Pequena e Média Empresa (Cebrae), mediante a transformação em serviço social autônomo.

Ao mesmo tempo, o Governo Federal adotou Medida Provisória instituindo às contribuições de 0,1% em 1991, 0,2% em 1992 e 0,3% a partir de 1993. Contribuições cobradas em cima da folha de pagamento das empresas que atuam na indústria, comércio e serviços.

Diante das mudanças introduzidas por meio de instrumentos legais, o Ceag em Sergipe  aderiu ao Sistema Sebrae, conforme lhe facultava o art. 9º do Decreto nº 99.570, passando a se denominar Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Sergipe.

Essa decisão foi homologada em reunião do Conselho Deliberativo, no dia 15 de fevereiro de 1991. A partir dessa data, além de convênios e receitas de serviços, o Sebrae em Sergipe passou a contar com repasses oriundos do imposto patronal, a exemplo do Sesc, Senac e Senai.

Com essa mudança, o Sistema Sebrae entrou numa nova fase, onde os recursos para custear importantes projetos deixaram de ser um problema. A partir de 1991, o Sebrae em Sergipe dinamizou os serviços e ampliou o atendimento aos empresários ou futuros empresários.

Missão
  • Sebrae em Sergipe
  • Visão

Promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios e fomentar o empreendedorismo para fortalecer a economia de Sergipe e do Brasil. 

Conheça o Estatuto Social e o Regimento Interno do Sebrae em Sergipe:

Baixe aqui o arquivo completo (PDF): Regimento Interno Baixe aqui o arquivo completo (em formato pdf): Estatuto Social

Visão
  • Missão
  • Diretoria Executiva

Ter excelência no desenvolvimento dos pequenos negócios, contribuindo para a construção de um país mais justo, competitivo e sustentável.

Diretoria Executiva
  • Visão