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Empreendedorismo | COMÉRCIO
5 tendências para uma indústria de moda mais digital e sustentável

A integração entre inovação e sustentabilidade é o caminho para pequenas empresas ampliarem seu espaço no mercado

· 10/02/2022 · Atualizado em 10/02/2022
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A moda vem passando por transformações intensas. A partir de 2020, a pandemia trouxe drásticas mudanças de hábitos e padrões de comportamento por parte do consumidor. O distanciamento fez com que as marcas aprimorassem a experiência do cliente, integrando canais de comunicação (Instagram, WhatsApp, site, loja, por exemplo), gerando o chamado omnichannel.

Essa reestruturação veio para ficar, pois trouxe ainda mais à tona a importância da sustentabilidade para a relação entre a marca e o consumidor.

Mas, com tantas mudanças, quais são as tendências de tecnologia e sustentabilidade que estão de fato levando o mercado da moda para outro patamar? Listamos cinco do cenário mundial.

Roupas digitais

Já imaginou comprar um vestido de alta costura só para tirar uma foto? Essa é uma das propostas da chamada moda digital, tendência do mundo fashion. A ideia é que uma marca disponibilize peças de roupas, calçados e acessórios, denominados wearables, em dispositivos on-line. Para isso, ela aposta em ideias que não podem ser reproduzidas no mundo físico e que, portanto, servem apenas para fazer bonito nas redes sociais, se posicionar politicamente ou se transformar em personagens de jogos. São os skins.

ESG

Em português, a sigla significa “ambiental, social e governança”. E o que esse trio de palavras representa para a moda, hoje? Tudo, visto que a indústria têxtil é uma das que mais geram poluentes. A partir de agora, qualquer atividade econômica demanda responsabilidade social, desde a gestão da empresa até a forma como ela lida com o meio ambiente.

Isso porque os consumidores estão dando prioridade às companhias que com valores e consciência social e ambiental na hora de produzir suas peças.

Por isso algumas marcas estão despertando para a moda responsável e utilizando os princípios da sustentabilidade em busca de meios para equilibrar as questões sociais, econômicas, ambientais e de governança nas suas ações. Como exemplo, temos a redução do consumo de água para a produção de peças, gerando linhas sustentáveis. O conceito também deve estar presente na cadeia dos fornecedores para que a marca consiga se solidificar em relação aos princípios da ESG.  

Moda sustentável (circular)

Considerando que estudos preveem que até 2030 teremos mais 2 bilhões de habitantes do mundo, é urgente que façamos com que se desenvolva o conceito de reuso. Sob a perspectiva da sustentabilidade, surge, assim, a moda circular.

Essa cadeia de valor do não descarte ou do reaproveitamento, também denominada upcycling, fará a indústria de moda crescer consideravelmente. De acordo com o site Sebrae Inteligente Setorial, o relatório Circular Fashion Summit, realizado em parceria com a PwC, Anthesis, ESSEC Business School, Wageningen University e Research and Vogue Business, prevê que a moda circular digitalizada passe dos US$ 3 trilhões para US$ 5 trilhões.

E por que não alugar? Além da venda, outro nicho de mercado que está crescendo é o do aluguel de roupas e acessórios avulsos ou por meio de assinatura. A ideia também é aumentar a vida útil do produto, além de tornar a moda mais consciente e inteligente.

Realidade aumentada

Os aplicativos de realidade aumentada estão na moda, literalmente. A ferramenta se tornou uma alterativa para clientes conectados provarem itens de vestuário e fazerem suas escolhas antes mesmo de irem às compras.

Imagina o custo que é sair de casa para comprar algo que, no fim das contas, não vestiria bem e ainda o obrigaria a voltar à loja para realizar uma devolução. Isso encarece as coisas tanto para o consumidor como para a empresa. A aplicação dessa tecnologia, portanto, vai fazer as vendas serem mais assertivas, possibilitando que se experimente um tênis ou até mesmo que se interaja com as peças expostas na vitrine como se você estivesse na loja.  

5G e metaverso

A chegada do 5G torna a comunicação de bilhões de dispositivos conectados mais robusta e equilibrada, quando se colocam na balança velocidade, latência e custo. Mas como isso impacta a moda? Com o 5G, a realidade aumentada torna qualquer experiência mais imersiva.

Na prática, isso permite que o consumidor veja com mais detalhes uma camisa, uma calça, uma maquiagem ou, então, que participe de desfiles em casa com a sensação de estar in loco. É aí que esbarramos no conceito de metaverso, que, em linhas gerias, remete a um mundo simultaneamente real e virtual que suporta ambientes virtuais 3D e realidade aumentada. Essa novidade fascina, impressiona e pode dar um certo frio na barriga dos pequenos e microempreendedores, mas é um desafio sem volta. 


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