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Inovação | INOVAÇÃO

Escola de ioga oferece aulas online para manter atividades e alunos

Antes da pandemia, o estúdio já tinha tomado medidas para proteger alunos e funcionários.

· 18/03/2020 · Atualizado em 29/07/2020

Pequenos e micro empresários são os mais vulneráveis à crise causada pela disseminação do novo coronavírus pelo Brasil. Para minimizar os impactos na produção, oferta de serviços e faturamento, é preciso se preparar e adotar medidas de emergência.

Antes mesmo de o avanço do Covid-19 ter sido considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Estúdio Unmani, escola de ioga em Brasília, já havia se antecipado e adotado medidas para proteger os alunos e funcionários.

O dono do espaço, Jhonathan Novais, diz que, por ser biólogo, já estava atento ao avanço do vírus em outros países e decidiu agir rapidamente.

“A escola já cumpre vários protocolos de higiene e, há mais de duas semanas, antes da situação no Brasil se agravar, nós ampliamos os cuidados e passamos a utilizar o álcool em gel para higienizar todos os ambientes, incluindo os tapetinhos e toda a estrutura do estúdio”, explica.

Quando as autoridades de saúde recomendaram medidas mais intensas para evitar a proliferação do vírus, a escola deixou de dar aulas presenciais e pausou o plano dos alunos. Para que os clientes não deixassem de manter a disciplina de autocuidado, passou a oferecer as aulas por meio de transmissões ao vivo no Instagram.

Nos próximos dias, passarão a utilizar uma plataforma de Ensino a Distância. Aulas de meditação, respiração e outros exercícios que ajudam a combater a ansiedade também serão disponibilizadas para ajudar os alunos a lidar com a tensão provocada pela pandemia.

Johnathan estuda ainda como oferecer pacotes de conteúdos online especificamente para esse período de crise.

“Tudo isso que está acontecendo vai impactar no nosso orçamento, vai gerar um ônus muito grande, mas daqui a pouco, quando passar, a gente vai ter conseguido dar amparo para pessoas e estar tranquilo de que não fomos vetor de nenhuma contaminação”, conclui.

O empresário faz um apelo para que outros empreendedores também adotem medidas para frear o vírus. “A gente espera comprometimento, que tenham responsabilidade em relação às suas condutas que afetam o bem-estar de outras pessoas”, finaliza.

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