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Empreendedorismo | COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR
Ouvidos abertos para ajudar

Opções de apoio e proteção à mulher em situação de violência doméstica na quarentena

· 25/02/2021 · Atualizado em 01/03/2021
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Garantir os direitos das mulheres é estar em constante atenção quanto às práticas sociais. Isso significa garantir a proteção de todas as mulheres, especialmente aquelas mais vulneráveis socioeconomicamente.

Com o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19, ficar em casa se tornou um risco para mulheres que são obrigadas a conviverem longos períodos com seus agressores. E, de fato, já cresceu muito o número de registros de violência doméstica em países como China, Itália e Brasil durante a quarentena.

De todo modo, é possível estar de olho, prestar atenção ao dia a dia e assim poder intervir em uma situação de violência doméstica. Seja com você, com sua vizinha de porta, sua amiga ou tia. Mesmo longe fisicamente, é possível encontrar apoio e conforto em qualquer situação em que a mulher esteja vulnerável.

Em constante preocupação com a causa da mulher e da empreendedora, o Sebrae buscou algumas informações e dicas para você ajudar uma vítima nessas situações.


1) Ofereça ajuda e mantenha contato


Se conhece alguém que pode estar passando por uma situação difícil neste momento, ofereça ajuda. Pode ser enviar uma mensagem pelo WhatsApp, ou mandar um bilhete em um livro de receita ou por qualquer outro meio que não desperte a desconfiança do agressor.
A mulher em um estado turbulento e delicado como este não se sente confortável e segura para buscar ajuda. Logo, procurá-la e mostrar suas intenções de forma menos passiva é fundamental. Com cautela é possível ajudar, sim.


2) Não faça julgamentos


Ao oferecer ajuda, escute e preste atenção às palavras da vítima, para que ela se sinta à vontade em compartilhar a situação. Você pode explicar que ela não tem culpa, que não está sozinha e que a situação é grave e precisa ser interrompida.


3) Combine uma palavra de emergência


Se está em contato com a vítima de violência doméstica, pense em como ela pode se comunicar com você, seja através de códigos, símbolos ou palavras de emergência. Um tecido na escada, uma mensagem ou bilhete com uma palavra secreta. Pode até indicar uma ligação de emergência, dando a possibilidade para você contatar a polícia.


4) Ligue para o 180 ou 190


O 180 é o telefone da Central de Atendimento à Mulher. Possui uma equipe feminina e especializada no assunto à disposição para atendimento. O 190 é o número da Polícia Militar, que pode ajudar de mesma maneira.
Caso escute ou presencie um episódio de agressão ou violência na sua vizinhança, não silencie. Mostre que está presente e que está resolvendo. Vale interfonar, ligar, gritar pela janela e, claro, chamar o 190 ou o 180. O importante é não ser omissa, pois a violência doméstica não envolve somente o círculo familiar, mas é uma questão de Estado e todos têm o direito de intervir.


5) Mostre os serviços disponíveis


Explique para a mulher sobre a possibilidade de pedir uma medida protetiva, que continua sendo concedida durante a quarentena. Oriente-a a buscar a Defensoria Pública e outros serviços de atendimento como a Central de Atendimento à Mulher (180). A maioria está em funcionamento via WhatsApp ou e-mail. Até o boletim de ocorrência pode ser registrado pela internet. Além disso, existe o aplicativo Ligue 180, que é gratuito e está disponível para iOS e Android.

A vítima pode contar também com o PenhaS, aplicativo de apoio que liga a mulher a uma rede de pessoas de confiança e um botão de pânico, com contatos de emergência salvos.

Outra maneira de ajudar é oferecer acolhimento psicológico através de um profissional credenciado. Existe, por exemplo, O Mapa do Acolhimento, que conecta mulheres a uma rede de psicólogas e advogadas voluntárias.


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