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Wed Jul 21 09:46:33 BRT 2021
Empreendedorismo | EMPREENDEDOR
Como ser um intraempreendedor? Confira nossas dicas!

Descubra o que significa ser intraempreendedor e como isso impacta a realidade do seu negócio!

· 21/07/2021 · Atualizado em 21/07/2021
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Quando perguntam o que é ser um empreendedor, você, provavelmente, sabe responder e, até mesmo, dar exemplos práticos, não é verdade? Isso acontece porque os brasileiros estão habituados com o assunto e têm referências a perder de vista de familiares, amigos ou conhecidos que investiram nessa carreira. Porém, e se questionarmos sobre o que é um intraempreendedor e o que ele faz?

Sentiu dificuldade em explicar e, inclusive, diferenciar os dois termos? Pois, então, este post é para você! Aqui é possível conferir no que ambos são parecidos e no que se diferenciam e o principal: como o intraempreendedorismo pode revolucionar a sua formar de gerenciar uma empresa. Acompanhe!

O que é o intraempreendedorismo?

Antes de qualquer coisa, é preciso deixar claro que o intraempreendedorismo não se trata de algo que rivaliza ou é oposto ao empreendedorismo. Essa é uma ideia equivocada.

Na verdade, trata-se de uma atividade que coloca em prática o mesmo princípio: promover iniciativas que mudem o mercado desde o nível local até o global. Tudo isso por meio de novos produtos, serviços, tecnologias, estratégias comerciais e linhas de produção.

A grande diferença entre os dois — e é isso que merece a sua atenção — é que enquanto o empreendedorismo ocorre entre as pessoas e o mercado, o intraempreendedorismo acontece dentro de empresas já existentes, em uma relação colaboradores-organização.

O motivo disso é que este último busca aprimorar, atualizar e ajustar a ideia original do negócio para torná-lo mais competitivo, criativo, inovador e, é claro, rentável. Afinal, não há nada bom que não possa ser melhorado e transformado em algo mais eficiente, não é mesmo?

É por essa razão que dizemos que intraempreender é algo complementar ao ato de empreender. Por meio desse processo, a sua empresa pode trabalhar em ações e estratégias que:

  • aumentem o custo-benefício da sua mercadoria;
  • mobilizem recursos para novos programas comerciais;
  • pesquisem por novas oportunidades de atuação no ramo;
  • lidem mais proativamente com situações de crises;
  • renovem o formato atual da prestação de serviços;
  • explorem diferentes nichos de mercado;
  • permitem lidar melhor com antigos e novos concorrentes no setor;
  • tornem a sua presença virtual maior e agreguem valor a ela;
  • corrijam problemas internos que provocam mais custos e menos produtividade.

Além de tudo isso, ser um intraempreendedor e estimular essa cultura dentro de uma organização é muito importante para fornecer um ambiente de trabalho único: um local em que os colaboradores se sintam, de fato, valorizados, reconhecidos e, inclusive, necessários para que o negócio não estagne e acabe ficando ultrapassado.

Basta ter em mente que o empreendimento não vai esperar apenas que eles cumpram rotineiramente as mesmas funções em um ciclo sem fim. Ao contrário, ele vai estimular, a partir de recursos organizacionais, que esses funcionários se envolvam em projetos de pesquisa, investimento, marketing e inovação que podem ditar qual será o futuro da empresa (e, consequentemente, do mercado).

E não só isso: que ainda podem abrir as portas para que eles mudem a própria carreira, encarem novos desafios, assumam novas responsabilidades profissionais e tenham também um melhor retorno financeiro. Resumindo: é uma relação ganha-ganha para ambos os lados.

Como ser um intraempreendedor no meu negócio?

No tópico anterior, esclarecemos o que é intraempreendedorismo e o papel valioso que essa atividade tem dentro dos negócios. Agora, vamos apresentar algumas dicas de como implementar essa prática, trazendo-a para a realidade do seu estabelecimento e colhendo os frutos que ela proporciona. Fique atento às sugestões!

Pesquisa de percepção organizacional

Para ser um intraempreendedor, você pode começar a realizar pesquisas de percepção organizacional. Isto é, levantamentos feitos com os colaboradores para conhecer e entender as opiniões que eles têm sobre a sua marca — quanto ao custo dos serviços, a qualidade do produto final, os posicionamentos sociais que são assumidos, as medidas de sustentabilidade, o perfil do público consumidor etc.

Os resultados dessa sondagem podem ser muito úteis para a gestão ter insights (ou seja, pensar em ações e decisões) que deixem a empresa mais alinhada aos funcionários e, de quebra, atraiam nichos de mercado do qual essas pessoas fazem parte.

Cursos de desenvolvimento profissional

Uma segunda dica de como ser intraempreendedor é investir em cursos para os seus colaboradores. Porém, não se trata de qualquer curso, mas, sim, daqueles que abordam estratégias de crescimento e inovação, fidelização de clientes, gestão comercial, plano de negócios, análise de mercado e por aí vai.

Você pode definir, por exemplo, um calendário de formações mensais, bimestrais e/ou semestrais para eles participarem sem custo. Assim, além de enriquecerem e atualizarem os próprios currículos, eles terão a oportunidade de entender mais a fundo como funciona uma empresa, o panorama atual do mercado e a interação entre marca e público.

Você perceberá como isso se reflete na qualidade do trabalho da equipe e o principal: o processo funciona como uma deixa para que os profissionais assumam uma visão empreendedora em relação à organização.

Incubadora de ideias

Outra dica interessante de intraempreendedorismo é montar uma incubadora de ideias dentro da organização. Ela funciona da seguinte maneira: você cria um espaço reservado onde os funcionários podem passar um tempo esquematizando ideias de produtos e/ou serviços para a sua empresa.

Eles podem ser totalmente novos, elaborados do zero ou desenvolvidos a partir daquilo que você já comercializa no mercado. A intenção é que o time realmente produza um plano completo, com perspectivas de investimento, custos de operação, marketing, canais de venda, praças de distribuição etc.

A incubadora é um ótimo meio para estimular a postura inovadora no negócio e proporcionar os meios necessários para os profissionais que buscam um ambiente de trabalho mais criativo e dinâmico.

Marketing 360º

Os profissionais da sua empresa também podem promover reuniões e conferências entre si para cogitar soluções que ampliem o alcance publicitário da sua marca, sem que para isso seja preciso aumentar as despesas.

É justamente aí que entra o marketing 360º, uma vez que ele traça estratégias de divulgação e comunicação com o mercado consumidor que não se prendem ao formato tradicional de mídia (como TV, rádio e jornal).

Ao contrário, ele explora o virtual e todas as vantagens que esse universo proporciona, como a comunicação instantânea, a viralização de conteúdos, as mídias sociais, o e-mail marketing, as plataformas de streaming, os influenciadores digitais e o custo-benefício que os anúncios têm na internet.

Projeto livre

Além do que já foi falado, você pode propor que um percentual da carga horária de trabalho dos funcionários seja dedicado à criação de um projeto livre autoral (duas horas semanais, por exemplo). Ele pode ser qualquer tipo de proposta, desde que esteja alinhado, é claro, com a empresa, a sua política interna e os seus interesses mercadológicos.

O objetivo aqui é simples: avaliar esses projetos, depois de seis meses ou um ano, para, quem sabe, encontrar uma nova oportunidade comercial para a sua marca. Caso ela atenda às expectativas, o colaborador pode receber recursos para implementar a ideia que teve, ser promovido ou bonificado e, até mesmo, se tornar um parceiro de negócios.

Reuniões de feedback

Fazer regularmente reuniões de feedback com os funcionários também pode ser muito produtivo para o seu empreendimento. O que explica isso é o fato de que você abre um canal de comunicação com todos esses profissionais, exercita a inteligência emocional no relacionamento interpessoal com eles e ainda se mostra interessado em, de fato, dialogar e ouvir críticas.

Portanto, é possível aproveitar esses encontros para ficar por dentro das queixas, das sugestões de mudança e das principais demandas que as equipes têm sobre a cultura organizacional, o ambiente de trabalho e os procedimentos internos — aspectos que podem melhorar a produtividade e o engajamento e, consequentemente, fazer com a empresa se destaque na qualidade do serviço e do atendimento ao cliente.

Estúdio audiovisual

Por fim, há a sugestão de montar um estúdio audiovisual no seu empreendimento. Ele servirá para que aqueles com habilidades gráficas de desenho, edição de vídeos e fotos, criação de material impresso, design de interiores e afins possam colocá-las em prática.

O mais legal é que o espaço se torna uma forma de descontração da rotina laboral e, ao mesmo tempo, permite que os profissionais usem o talento que têm para produzir protótipos das mais diferentes coisas para a empresa, como:

  • embalagens de produtos;
  • identidade visual da marca;
  • visual merchandising;
  • publicações audiovisuais para as redes sociais;
  • layout do estabelecimento e das filiais;
  • anúncios publicitários;
  • editoriais de mercadoria.

Como você conferiu ao longo do texto, um intraempreendedor é aquele que não se contenta em apenas empreender. Ao contrário, sempre em busca de crescer e se aperfeiçoar, ele assume uma postura descentralizadora, de confiança e relação próxima com os funcionários, proporcionando um ambiente organizacional onde todos podem contribuir efetivamente para o sucesso da empresa — e sair ganhando com isso. Portanto, invista nessa atividade e veja como ela beneficiará o seu negócio.

Aproveite e compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais. Assim, você ajuda mais pessoas a ficarem por dentro do assunto!


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