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Mon May 09 19:09:37 BRT 2022
Inovação | GESTÃO DE PRODUTO (INOVAÇÃO)
Cultivo de mirtilo em climas quentes se torna tendência

Também conhecida como blueberry, a fruta é produzida no Sudeste e Nordeste

· 09/05/2022 · Atualizado em 09/05/2022

Popular nos Estados Unidos, Canadá e Peru, o mirtilo está cada vez mais em alta no Brasil. Ele é originário da América do Norte e de outras regiões de clima frio, e é popularmente conhecido pelo seu nome em inglês, blueberry. O seu cultivo é cercado por mitos. Um deles é que a espécie não consegue se desenvolver em regiões quentes. Todavia, uma variedade resistente ao calor, a biloxi, desenvolvida pela Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil, em estados como São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais, Bahia e Ceará.

A Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana), em parceria com a WBGI, lançou o Vale do Mirtilo, em 2021. O projeto consiste em oferecer mudas da fruta e assistência especializada a produtores que desejam implementá-la em suas culturas. Segundo a analista de inovação do Avance Hub, Mariane Natera, a planta produz até dez toneladas de frutos por hectare. Ela faz parte do projeto que conta com três produtores em propriedades próximas de Piracicaba (SP).

Dicas para produtores de mirtilo no Brasil

O consumo do blueberry proporciona muitos benefícios ao consumidor. Ele melhora os níveis de colesterol e de açúcar no sangue, previne inflamações e protege os olhos. Também é recomendado quem tem doenças degenerativas, como Parkinson e Alzheimer. As antocianinas são os principais responsáveis pelos benefícios do alimento, que também se destaca na produção de doces, pães e massas.

O investimento inicial para um hectare, já contando com insumos e irrigação, é de R$ 300 mil. Isso apenas no primeiro ano, em que não há colheita. Após esse período, ocorre a poda dos arbustos, que deve ser realizada após o surgimento das flores. Depois de seis meses da poda, a colheita é iniciada. Adubo, mão de obra e irrigação são priorizados no segundo ano. Informações do Globo Rural.

A colheita dura seis meses e o arbusto tem vida útil de 12 a 15 anos. O retorno financeiro é convidativo: nos Ceasas, o valor varia de R$ 40 a R$ 200 para cada quilo, afirma a analista Mariane Natera para o Globo Rural.

Para fazer a análise do solo, você, produtor, pode pedir a orientação técnica da Emater ou da Embrapa. Essas instituições também auxiliam em informações específicas a respeito do fruto.

Portanto, o crescimento da espécie no país já é uma realidade. E pequenos produtores também podem entrar nessa tendência. Inclusive, muitas vezes são eles que impulsionam o crescimento do setor e fazem com que o agronegócio ganhe destaque. Confira o artigo da Agência Sebrae Notícias: Fruticultura: pequenos produtores impulsionam o crescimento do setor

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