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Empreendedorismo
De bike, Geankre e Rafaela vendem pasteis e experiência gastronômica
As empresárias buscam sempre inovar no negócio que é sucesso entre o público

Idealizado pelas amigas Geankre Souza e Rafaela Santos, o Pastel na Bike surgiu em outubro de 2018 como desdobramento de um antigo desejo de ter um negócio próprio. Buscando sanar alguns entraves de deslocamento, logística e de reduzir o custo inicial do negócio, as empreendedoras optaram por um foodbike. “Tinha tudo a ver com a gente e com nossa marca. Agora, depois de pouco mais de um ano vendendo na bike, estamos migrando para um trailer a fim de melhorar nossa linha de produção, estoque e vendas, além de proporcionar um maior conforto para o cliente”, explica Geankre. O trailer funciona na Rua Clotilde Machado, 15, no Ipsep. Atualmente a bike está sendo utilizada para a realização de eventos de pequeno porte.  

As empreendedoras trabalham com pastéis no tamanho tradicional, médio e com porções de mini pastéis, distribuídos em 9 sabores, entre salgados e doces. Alguns dos sabores levam nomes relacionados à bike (Pedalada, magrela, catraca). Atualmente, elas estudam a ampliação do cardápio com a inserção de novos produtos e sabores, além de produtos direcionados para o público vegano e vegetariano. “Como boas comilonas, buscamos muitas referências de sabores e produtos para trazer o melhor do mercado para o nosso produto final.” Contou a empresária. 

No início do projeto, ambas fizeram a trilha Começar Bem, no Sebrae, além de outras capacitações sobre manipulação de alimentos e consultorias específicas para negócios e finanças, também no Sebrae. A preocupação e cuidado, tanto com o produto quanto com o cliente são dois grandes trunfos do Pastel na Bike, justificando seu sucesso. “Somos mais do que uma pastelaria, buscamos proporcionar uma experiência gastronômica para os nossos clientes. Sabendo que a degustação envolve um mecanismo sensorial complexo, resultante da interação entre gosto, aroma, aparência, consistência e temperatura da comida e após uma ampla pesquisa de mercado e marcas já consolidadas no nosso segmento, estruturamos nosso produto com a ideia de oferecer o máximo de sensações através dos nossos ingredientes. Também estamos sempre preocupadas com todas as etapas do processo, desde o preparo do produto, atendimento, degustação e o pós-venda. Acreditamos que uma grande empresa precisa estar conectada não só com os clientes, mas com tudo que acontece na sociedade e no mundo.” 

Geankre relatou as maiores barreiras enfrentadas por mulheres empreendedoras e explicou por que elas devem não só existir, mas terem sua representatividade estimulada. “Primeiro a credibilidade. As pessoas ainda acham que negócios tocados por mulheres tem pouca possibilidade de crescer, ou acham que não sabemos o que estamos fazendo. O tempo todo nos deparamos com comentários de pessoas que acham que não entendemos nada de negócios, finanças e que dificilmente a gente vai conseguir ampliar o negócio por não ter um homem dividindo o comando da empresa. Além das mil dificuldades de existir enquanto mulher numa sociedade machista e opressora, ao longo da nossa vida dificilmente recebemos estímulos e direcionamentos para tocarmos nossos próprios negócios e ainda mais mantê-los, já que, segundo o IBGE, 21% das empresas quebram após o primeiro ano em atividade. Hoje ouvimos muito se falar em representatividade e acho que a ideia inicial é por aí. Cada vez que visualizamos mais mulheres empresárias, micro e macro empreendedores, bem-sucedidas, com empresas consolidadas no mercado, isso reverbera como estímulo, tanto para quem já está na ativa e tentando se manter em funcionamento, quanto para quem sonha ou já está prestes a abrir seu próprio negócio”, destacou a empresária.

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