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Empreendedorismo | EMPREENDEDOR

Educação financeira evita armadilhas no seu negócio

A educação financeira pode ser o melhor caminho para o empresário expandir suas atividades e ter um empreendimento com vida longa.

· 26/09/2019 · Atualizado em 30/09/2019

Muito mais do que planejar as finanças, a educação financeira é um conjunto de ações que se torna um hábito, e é justamente isso que possibilita ao empresário desenvolver um negócio sólido e saudável. Educação financeira é saber como cortar gastos, investir, multiplicar e sobreviver no mercado empreendedor. Quando falta conhecimento, é muito difícil gerir e expandir o negócio.

Em dezembro de 2010, foi editado o Decreto n° 7.397, que criou uma Estratégia Nacional de Educação Financeira com a finalidade de contribuir para o fortalecimento da cidadania financeira, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores e empresários.

Pensando no crescimento do número de donos de pequenos negócios, o Sebrae oferece orientação, consultoria individualizada por empresa, workshops, capacitação, palestras e encontros empresariais.

E uma das soluções, por exemplo, é o curso online Educação Financeira Empresarial, em que o aluno aprende a analisar qual das diversas opções de produtos e serviços disponíveis no sistema financeiro melhor se encaixa à necessidade do seu empreendimento, a partir de informações com foco em temas como: fluxo de caixa, investimento, planejamento e análise econômica. 

Para obter mais detalhes sobre esse e outros produtos, basta clicar aqui e consultar o Sebrae ou ligar no 0800 570 0800.

Programa do Banco Central

A educação financeira passou a ser uma das atribuições legais do Banco Central, a partir do Decreto n° 7.397/2010. Por isso, a autarquia desenvolveu também um programa, gratuito, oferecido a quem se interessar.

Além disso, a entidade fornece informações sobre como acessar o Sistema Financeiro Nacional. Com isso, espera garantir proteção aos usuários dos seus serviços (pessoas físicas, jurídicas ou empreendedores individuais) e melhorar seu relacionamento com as instituições do sistema.

 

 


Vale a pena consultar o Banco Central para mais detalhes.

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