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Presidente do Sebrae fala sobre o Simples
Para Afif Domingos, o crescimento arrecadatório do Simples é dez vezes superior ao das receitas federais. EPPs creceram 7,2% ao ano e MPEs, 6,1%.

Em audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no dia 25 de abril, destinada a avaliar efeitos do regime especial de arrecadação na economia, o presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Guilherme Afif Domingos, lembrou que o Simples Nacional contribui para a geração de emprego e renda, para o aumento na arrecadação de tributos e para a redução da informalidade no país.

Afif Domingos ressaltou que o crescimento arrecadatório do Simples é dez vezes superior ao crescimento das receitas federais e que o regime especial tem melhor desempenho que os impostos tradicionais da Receita Federal. Entre 2012 e 2016, o número de optantes do Simples cresceu 64%, passando de 7,1 milhões para 11,6 milhões.

O presidente do Sebrae frisou que a as empresas optantes do Simples têm duas vezes mais chances de sobreviver após dois anos de abertura do negócio que as não optantes. De 2009 a 2016, as empresas de pequeno porte cresceram 7,2% ao ano e as micros registraram um crescimento de 6,1% ao ano.
Para o representante da Fundação Getulio Vargas (FGV), Sérgio Gustavo Costa, a adesão ao Simples contribui para o aumento da participação das pequenas empresas no PIB, o que demonstra o sucesso das políticas do setor

O representante do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, José Ricardo Veiga, disse que o Simples favorece o ambiente de negócios e o crescimento progressivo dos impostos.

O deputado Jorginho Mello (PR/SC), que preside a Frente Parlamentar Mista da Michro e Pequena Empresa, pediu apoio ao PLC nº 341/17, em tramitação na Câmara. A proposta prevê a criação da Empresa Simples de Crédito (ESC), uma nova modalidade em que particulares podem emprestar recursos próprios a pequenos negócios, criando alternativa de financiamento, hoje concentrado nos grandes bancos.

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