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Mercado e Vendas | CLIENTE

Era digital exige investimento na experiência do usuário

A crescente inclusão do universo virtual no dia a dia do cliente abre novas possibilidades de negócio no setor de Tecnologia da Informação.

· 30/11/2015 · Atualizado em 01/02/2017

Segundo pesquisa da Nielsen IBOPE divulgada no fim de 2015, nos últimos 15 anos, o total de brasileiros com internet em casa cresceu dez vezes. Estima-se ainda que, no Brasil, mais de 76 milhões de pessoas utilizem celulares smartphones.

Esses números deixam claro o avanço da democratização do acesso à internet e aos diversos aos produtos tecnológicos. Também ajudam a explicar o forte crescimento do setor de Tecnologia da Informação (TI) ao longo dos últimos anos.

Para quem deseja investir nessa área, no entanto, é preciso estar atento à constante evolução das tendências do mercado e das necessidades dos consumidores – cada vez mais conectados. Na era digital, a experiência do usuário é a palavra-chave.

Enquanto as empresas dos mais diversos segmentos estão em busca da modernização, os negócios de TI têm a oportunidade de, vislumbrando esses avanços, torná-las seus clientes. A ideia é criar, e vender, soluções inovadoras que facilitem o dia a dia dos usuários, oferecendo maior interatividade entre as atividades online e offline.

Internet das Coisas

Cada dia mais, objetos comuns, a exemplo de eletrodomésticos, automóveis, eletrônicos, ou mesmo itens de decoração, passam a interagir com o usuário através de sensores ou dispositivos móveis, como smartphones e tablets. Essa tendência é chamada de Internet das Coisas (ou IoT, sua sigla em inglês).

O objetivo é facilitar a interação entre o mundo real e o virtual. E exemplos não faltam. Atualmente, existem pulseiras que se conectam, sem fios, ao smartphone para monitorar as atividades físicas do usuário, enviando o resultado dos exercícios, lembretes e dicas, por exemplo.

Uma simples máscara de dormir pode monitorar as ondas cerebrais, a tensão muscular e o movimento dos olhos do usuário e o acordar na hora mais adequada para seu organismo. Lâmpadas inteligentes também já são realidade. Elas permitem o ajuste da iluminação de acordo com a necessidade do ambiente e podem ser controladas por dispositivos móveis, como smartphones ou tablets.

A IoT já é uma realidade em certas esferas e, com a sua popularização, ainda que muitos avanços pareçam ficção científica, o setor tem caminhado em direção a um futuro onde diferentes aspectos do cotidiano humano estarão, em sua maioria, digitalmente conectados.

Segundo a Cisco Systems, uma das maiores empresas de TI do mundo, estarão conectados, até 2020, mais de 50 bilhões de objetos, utilizados em meios de transporte, educação, residências, entre outros.

Como fazer parte

O constante desenvolvimento de novas funções para itens como chips, sensores, aparelhos de geolocalização e dispositivos móveis impulsionam as empresas que trabalham com hardwares.

A criação e permanente melhoria de aplicativos, sistemas de segurança e mecanismos para comunicação entre máquinas também mantêm as empresas de software na linha de frente do setor de Tecnologia da Informação.

As oportunidades do setor, no entanto, não estão limitadas à área de criação, seja de software ou hardware.

Empresas e residências precisam de profissionais que realizem a instalação de cabeamento, redes, servidores, entre outros. Com a popularização da Internet das Coisas, essa é uma demanda que tende a crescer. Consertos e manutenção especializada formam um outro possível campo de investimento.

Dicas

Além de buscar capacitação e estar atento às necessidades do mercado, os pequenos negócios da área de tecnologia podem fomentar parcerias para desenvolver projetos. Participar de eventos de tecnologia é uma boa forma de conhecer possíveis parceiros e clientes.

Os novos consumidores têm interesse em personalização, então busque oferecer produtos diferenciados em funcionalidade e design. A adaptação ao estilo e necessidade de cada cliente é um forte diferencial.

Conhecer o cotidiano do público-alvo é essencial para qualquer tipo de investimento. Busque entender também a maneira como os usuários respondem aos seus produtos. Nunca deixe de testar a usabilidade de suas criações.

O Start-Up Brasil, programa do Governo Federal, tem como um dos seus principais objetivos o fortalecimento do empreendedorismo no mundo digital. Ele oferece uma série de estímulos para empreendedores iniciantes, a exemplo do acesso, sem custo adicional, a produtos e serviços oferecidos por empresas parceiras.

O principal foco do programa, no entanto, é a aceleração de startups através de um aporte financeiro que pode somar até R$ 200 mil por projeto. Esses recursos são destinados ao pagamento de bolsas para pesquisa, desenvolvimento e inovação. Acesse o site do Start-Up Brasil e conheça mais sobre o programa.

Artigo produzido pela Avante Brasil em coautoria com a Coordenadora Nacional de Tecnologia da Informação, Rosana Cristóvão de Melo, e informações da Gartner.
 
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