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Inovação | AUTOMAÇÃO COMERCIAL
Máquinas inteligentes devem impactar o futuro da economia

Além modificar o cotidiano das pessoas, equipamentos que realizam ações sozinhos devem alterar até mesmo as relações trabalhistas.

· 30/11/2015 · Atualizado em 15/09/2016
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O processo conhecido como machine learning, que é a crescente capacidade de aprendizado das máquinas, tem desenvolvido equipamentos capazes de desempenhar atividades e funções que antes ficavam restritas aos seres humanos, tornando-os agentes autônomos.

Os agentes e coisas autônomas são máquinas inteligentes que conseguem, através de softwares de alta complexidade, realizar atividades sozinhas. Em geral, esses novos mecanismos reduzem a necessidade de botões e formulários, são capazes de responder a comandos de voz, reconhecer imagens e até prever possíveis falhas.

Robôs cada vez mais independentes e até mesmo veículos que conseguem se locomover sem motorista, por exemplo, estão entre as invenções que devem sair das fases de teste e chegar ao mercado em breve. Com a implementação cada vez maior desses sistemas, a expectativa é que aconteçam alterações profundas na relações entre trabalho e tecnologia, sobretudo entre 2016 e 2020.

Impacto na economia

Em razão da crescente automação e outros avanços tecnológicos, cerca de sete milhões de empregos devem ser perdidos em todo o mundo nos próximos cinco anos. A estimativa foi apresentada em um estudo feito pela entidade que organiza o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça, no início de 2016.

Apesar de essas transformações tornarem alguns empregos supérfluos e desnecessários, por outro lado, vão abrir novas possibilidades – com a criação de, aproximadamente, dois milhões de novos postos de trabalho no mesmo período.

Se, de um lado, o crescimento do uso de robôs em linhas de produção, por exemplo, pode desencadear o fim de alguns empregos, outros tantos passarão a ser necessários, sobretudo no setor de Tecnologia da Informação (TI).

Prática e rotina

Alguns desses avanços já são realidade, a exemplo dos assistentes pessoais virtuais, presentes em grande parte dos smartphones produzidos atualmente. Eles respondem a diversos comandos de voz do usuário, como ativar ou desativar funções e conexões, além de apresentar respostas para diversos tipos de questionamentos que lhes sejam feitos.

À medida que são mais utilizados, esses serviços se tornam mais inteligentes – conseguindo se adequar melhor às necessidades dos usuários.

Atualmente, já se fala também em máquinas que serão capazes de identificar a necessidade de mais matéria-prima para sua produção e fazer o pedido de forma automática pela internet. Equipamentos que podem ser controlados a distância e robôs capazes de realizar procedimentos cirúrgicos também devem alterar significativamente o cenário do setor de saúde.

Qualificação

A chegada, e disseminação, dessas máquinas inteligentes vai demandar das empresas, sobretudo das indústrias, a requalificação profissional dos seus quadros atuais ou a contratação de outras empresas e especialistas que saibam lidar com a nova realidade.

Por isso, é necessário que os novos empreendedores, especialmente de TI, pensem essa mudança de realidade em seu planejamento estratégico, desenvolvendo novas maneiras de melhorar e facilitar os processos realizados por seus clientes.

O potencial ainda não explorado do setor é grande. No entanto, para que tenham sucesso, os empreendedores que têm interesse em investir nessa área deverão contar com trabalhadores altamente qualificados. Para sobreviver e crescer no mercado, a capacitação será cada vez mais essencial.

Artigo produzido pela Avante Brasil em coautoria com a Coordenadora Nacional de Tecnologia da Informação, Rosana Cristóvão de Melo, e informações da Gartner.
 

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