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Inovação | INOVAÇÃO

Proteja-se contra hackers com investimentos em segurança adaptativa

Esse tipo de arquitetura de proteção é um método eficiente para combater pragas virtuais. Empreendedores devem ficar atentos à tendência.

· 01/12/2015 · Atualizado em 15/09/2016

Os avanços tecnológicos do mundo digital, apesar de abrir novas fronteiras de inovação para empresas, também as têm tornado bastante vulneráveis a ataques virtuais. Sistemas com funcionamento em rede e utilização de serviços de nuvem, cada vez mais indispensáveis para os negócios modernos, também são a porta de entrada para esse tipo de praga.

A possibilidade de ataques de criminosos cibernéticos – ou hackers, como ficaram conhecidos – tem tornado as empresas cada vez mais atentas à segurança virtual. Por vezes, contar apenas com métodos de precaução habituais, como os antivírus e firewalls, não é suficiente para combater os invasores.

Para garantir transações financeiras confiáveis e proteger os dados de seus clientes, os serviços de comércio online, por exemplo, precisam ser extremamente seguros. A necessidade é a mesma para os empreendimentos que lidam com informações sigilosas, como a criação de novos produtos.

Quanto maior e mais conectada, ou maior a sensibilidade das informações e dados internos, maior a necessidade da empresa de contar com uma equipe de profissionais capaz de desenvolver sistemas de segurança robustos e adequados ao negócio.

Por todas essas questões, a área de segurança é considera hoje uma das mais promissoras para o setor de Tecnologia da Informação (TI). Entre as mais fortes tendências está a arquitetura de segurança adaptativa, que surge para atender a uma demanda de proteção constante.

O que é

A arquitetura de segurança adaptativa consiste em um modelo personalizado às necessidades de cada empreendimento e é capaz de realizar o monitoramento do sistema em tempo real. Ela se divide em quatro etapas: prever, prevenir, detectar e responder à ameaça.

Nesse contexto, prever significa entender a linha de base na qual as aplicações vão funcionar, tomando ciência dos tipos de ataques aos quais elas estão sujeitas. Conhecidos os pontos de vulnerabilidade, procura-se prevenir os possíveis ataques, avaliando cuidadosamente o tipo de serviço que será oferecido e se é realmente seguro disponibilizá-lo.

O sistema também deve ser capaz de detectar as ameaças. Para isso, uma possibilidade é a criação de espaços de segurança em que os arquivos desconhecidos possam ser testados para que, com a avaliação dos processos resultantes, vírus e malwares possam ser identificados.

Apesar dos cuidados, ainda é possível que invasão aconteça, por isso é preciso responder com urgência. Por vezes, as empresas chegam a levar de dias a anos para perceber que estão sendo atacadas. Para evitar essas situações, é necessário um acompanhamento constante do comportamento do seu sistema.

Vantagens

Os sistemas antigos, em geral, entendiam cada infecção como algo individual. Por sua vez, o modelo de segurança adaptativa realiza a análise de comportamento dos usuários para determinar os riscos e estabelecer as melhores estratégias de segurança digital.

Essa nova arquitetura considera dados de comportamento da rede e, assim, consegue ser mais eficaz e oferecer uma resposta mais rápida aos ataques. Outra vantagem em relação aos mecanismos anteriores é a integração às funções de prevenção e combate aos hackers.

O monitoramento inteligente utiliza regras e análises de padrões de comportamento para distinguir similaridades entre um arquivo suspeito e outras ameaças conhecidas.

Pensando como os criminosos cibernéticos, é possível entender seus métodos e técnicas de ataque e, assim, o sistema refina sua postura de segurança, a fim de identificar e barrar melhor as ameaças.

Artigo produzido pela Avante Brasil em coautoria com a Coordenadora Nacional de Tecnologia da Informação, Rosana Cristóvão de Melo, e informações da Gartner.
 
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